Certa vez um homem andava correndo num carro novo que havia comprado. O carro era possante e rápido. Ele gostava de carros assim e se enchia de orgulho olhando a nuvem de poeira que subia por trás de seu carro enquanto corria nas estradas de barro do interior.
Um belo dia ele estava correndo numa estrada assim todo satisfeito com a nuvem de poeira e o vento batendo no seu rosto. De repente, ele avistou um carro se aproximando da outra direção. Ele percebeu que o carro estava correndo igual ao carro dele. Ao se aproximar mais ainda ele viu que este carro também era novo e da mesma marca que o carro dele.
Cheio de inveja ele pisou no acelerador e resolveu dar uma lição no outro motorista de como correr de carro em estrada de barro. Os dois carros estavam se aproximando uma curva perigosa na estrada. O motorista orgulhoso nem tirou o pé do acelerador, mas resolveu entrar na curva na velocidade máxima.
Assim que ele começou a entrar na curva ele percebeu que o outro carro, ao se aproximar dele estava deslizando no barro. Parecia que o motorista estava perdendo controle. E, o pior, ele viu que o motorista era uma mulher. Rapidamente ele girou o volante e evitou uma batida enquanto o outro carro passou, quase batendo.
A mulher, do volante do outro carro gritou "Porco"! O motorista orgulhoso, enraivecido revidou "E você é uma vaca"!
Mas, logo na frente, ao completar a curva o motorista orgulhoso espatifou o grande porco que havia se deitado no meio da estrada e pelo qual aquela senhora havia desviado e tentado avisá-lo.
quinta-feira, 22 de julho de 2010
quarta-feira, 21 de julho de 2010
CULPA
CULPA
- Está relacionada com praticamente todos os problemas psicológicos.
- Presente em homossexuais, casamento, alcoólatras, sofredores, meia-idade, etc.
Há dois tipos: culpa objetiva e culpa subjetiva
Culpa Objetiva: existe separada de sentimentos. A culpa é real, mesmo que o indivíduo não se sinta culpado.
Quatro tipos de culpa objetiva:
1) Legal - violação das leis jurídicas - ex: avançar um sinal ou roubar.
2) Social - violação das leis sociais – surge quando quebramos uma lei não-escrita - ex: grosseria, fofoca, etc.
3) Pessoal - violação de padrões pessoais próprios(consciência) – ex: prometer que vai dar mais atenção a sua família e falha nisso.
4) Culpa teológica - violação das leis de Deus - ex: você promete a si mesmo não mais cair em determinado pecado, mas não resiste a tentação.
Culpa Subjetiva: sentimento desconfortável de pesar, remorso, vergonha e auto condenação, quando sentimos que fizemos algo errado. Gera desânimo, ansiedade, medo de castigo e desolação, tudo junto.
A culpa subjetiva pode ser boa: quando nos estimulam a mudar o comportamento
A culpa subjetiva pode ser destrutiva: quando nos torna estagnados, congelados e derrotados.
Há pessoas que cometem crimes ediondos e sentem pouca culpa
Há pessoas que cometem um pequeno erro e sentem-se extremamente culpadas
A bíblia e a culpa
- Na bíblia a culpa é sempre objetiva e teológica.
- Não há diferença entre culpa e pecado.
II Coríntios 7:7-11
O objetivo do conselheiro é conscientizar a culpa objetiva teológica sem permitir que se crie um ambiente de culpa falsa. Deve-se gerar a tristeza construtiva, que é a tristeza segundo a vontade de Deus.
Tristeza construtiva (de Deus): leva a modificação de conduta, com restituição
Tristeza do mundo: leva a um sentimento de culpa sem restituição
Ex: Alguém derrama café acidentalmente na roupa do irmão:
Tristeza do mundo: desculpe. Sou desajeitado mesmo. Que pena!
Tristeza construtiva (de Deus): Sinto muito, tome esse guardanapo para limpar sua roupa e deixe-me ficar responsável por lavra sua roupa.
Perdão divino:
- Acompanhado de duas exigências:
1) Arrependimento.
2) Perdoar os outros.
Resultado
Culpa psicológica falsa
a) Mudança externa (nas motivações inade¬quadas)
b) Estagnação devida ao efeito paralisaníe da culpa
c) Mais rebelião
Tristeza construtiva
Arrependimento e mudança baseados numa atitude de amor e respeito mútuos
O papel do conselheiro é confrontar o aconselhado, conscientizando-o da culpa objetiva (real) ajudando-o, como também livrá-lo da culpa subjetiva (falsa), ajudando-o.
Causas da Culpa
1) Aprendizado Passado.
- Padrões muito altos estipulados pelos Pais.
- Só críticas sem elogios.
- a criança é culpada condenada e castigada com tanta freqüência, que se sente um constante fracasso.
- acontece muito em “berço evangélico” , quando se tenta educar alguém para ser perfeito, sem pecados.
- quando crescem, as crianças adotam os padrões dos pais, estabelecendo para si e para os outros, padrões
altos demais para serem alcançados. Após os fracassos vem o sentimento de culpa. Então começam um processo de auto-tortura como punição por não terem alcançado tais padrões. Trabalham desesperadamente, não se permitem lazer e felicidade, etc.
Um líder deve estabelecer padrões dentro dos limites de cada um, não exigindo perfeição das pessoas.
2)Inferioridade e pressão social.
Toda inferioridade se manifesta em um sentimento de culpa.
Na vida rotineira somos continuamente saturados por esta atmosfera insalubre de crí¬ticas mútuas, a ponto de nem sempre tomarmos consciencia dela e nos acharmos envolvidos, sem perceber, num círculo vicioso implacável: cada censura provoca um sentimento de culpa tanto em quem faz a crítiea quanto no criticado, e cada um se alivia de sua culpa da maneira que pode, seja adiando outros ou se autojustificando... A sugestão social é então a fonte de incontáveis sentimentos de culpa.
3) Desenvolvimento falho da consciência.
- Que a sua consciência seja seu guia.
O problema é que a consciência varia muito de pessoa para pessoa - Romanos 2:11-23.
- Deus nos deu uma consciência saudável. Mas com a prática do pecado, podemos ter a consciência cauterizada, gerando insensibilidade e fraquezas. Então passamos a ir pela “cabeça” de outros que podem nos enfraquecer ou nos fortalecer, Depende de quem estará nos conscientizando ou aconselhando.
- Novamente, a forma como fomos educados por nossos pais fará a diferença. Não esqueça que no futuro, o adulto irá definir seus próprios conceitos do que é certo ou errado. Um lar onde a crítica e a cobrança predominam irá gerar adultos escravos da perfeição. Por outro lado, se houver um ambiente de amor e perdão, o futuro adulto terá um referencial para se espelhar e praticar.
4) Influências sobrenaturais.
Antes da queda, Adão e Eva não tinham nem consciência nem culpa. A partir da queda, sentimentos de culpa objetiva e subjetiva entraram em seus corações.
Há uma diferença entre a conscientização que vem do Espírito Santo e a acusação que vem do diabo.
Enquanto o Espírito Santo nos enquadra e ajuda gerando uma tristeza construtiva, o diabo gera uma crise de consciência, impedindo que percebamos o perdão e a misericórdia de Deus, tentando estabelecer uma tristeza que vem do mundo.
- Está relacionada com praticamente todos os problemas psicológicos.
- Presente em homossexuais, casamento, alcoólatras, sofredores, meia-idade, etc.
Há dois tipos: culpa objetiva e culpa subjetiva
Culpa Objetiva: existe separada de sentimentos. A culpa é real, mesmo que o indivíduo não se sinta culpado.
Quatro tipos de culpa objetiva:
1) Legal - violação das leis jurídicas - ex: avançar um sinal ou roubar.
2) Social - violação das leis sociais – surge quando quebramos uma lei não-escrita - ex: grosseria, fofoca, etc.
3) Pessoal - violação de padrões pessoais próprios(consciência) – ex: prometer que vai dar mais atenção a sua família e falha nisso.
4) Culpa teológica - violação das leis de Deus - ex: você promete a si mesmo não mais cair em determinado pecado, mas não resiste a tentação.
Culpa Subjetiva: sentimento desconfortável de pesar, remorso, vergonha e auto condenação, quando sentimos que fizemos algo errado. Gera desânimo, ansiedade, medo de castigo e desolação, tudo junto.
A culpa subjetiva pode ser boa: quando nos estimulam a mudar o comportamento
A culpa subjetiva pode ser destrutiva: quando nos torna estagnados, congelados e derrotados.
Há pessoas que cometem crimes ediondos e sentem pouca culpa
Há pessoas que cometem um pequeno erro e sentem-se extremamente culpadas
A bíblia e a culpa
- Na bíblia a culpa é sempre objetiva e teológica.
- Não há diferença entre culpa e pecado.
II Coríntios 7:7-11
O objetivo do conselheiro é conscientizar a culpa objetiva teológica sem permitir que se crie um ambiente de culpa falsa. Deve-se gerar a tristeza construtiva, que é a tristeza segundo a vontade de Deus.
Tristeza construtiva (de Deus): leva a modificação de conduta, com restituição
Tristeza do mundo: leva a um sentimento de culpa sem restituição
Ex: Alguém derrama café acidentalmente na roupa do irmão:
Tristeza do mundo: desculpe. Sou desajeitado mesmo. Que pena!
Tristeza construtiva (de Deus): Sinto muito, tome esse guardanapo para limpar sua roupa e deixe-me ficar responsável por lavra sua roupa.
Perdão divino:
- Acompanhado de duas exigências:
1) Arrependimento.
2) Perdoar os outros.
Resultado
Culpa psicológica falsa
a) Mudança externa (nas motivações inade¬quadas)
b) Estagnação devida ao efeito paralisaníe da culpa
c) Mais rebelião
Tristeza construtiva
Arrependimento e mudança baseados numa atitude de amor e respeito mútuos
O papel do conselheiro é confrontar o aconselhado, conscientizando-o da culpa objetiva (real) ajudando-o, como também livrá-lo da culpa subjetiva (falsa), ajudando-o.
Causas da Culpa
1) Aprendizado Passado.
- Padrões muito altos estipulados pelos Pais.
- Só críticas sem elogios.
- a criança é culpada condenada e castigada com tanta freqüência, que se sente um constante fracasso.
- acontece muito em “berço evangélico” , quando se tenta educar alguém para ser perfeito, sem pecados.
- quando crescem, as crianças adotam os padrões dos pais, estabelecendo para si e para os outros, padrões
altos demais para serem alcançados. Após os fracassos vem o sentimento de culpa. Então começam um processo de auto-tortura como punição por não terem alcançado tais padrões. Trabalham desesperadamente, não se permitem lazer e felicidade, etc.
Um líder deve estabelecer padrões dentro dos limites de cada um, não exigindo perfeição das pessoas.
2)Inferioridade e pressão social.
Toda inferioridade se manifesta em um sentimento de culpa.
Na vida rotineira somos continuamente saturados por esta atmosfera insalubre de crí¬ticas mútuas, a ponto de nem sempre tomarmos consciencia dela e nos acharmos envolvidos, sem perceber, num círculo vicioso implacável: cada censura provoca um sentimento de culpa tanto em quem faz a crítiea quanto no criticado, e cada um se alivia de sua culpa da maneira que pode, seja adiando outros ou se autojustificando... A sugestão social é então a fonte de incontáveis sentimentos de culpa.
3) Desenvolvimento falho da consciência.
- Que a sua consciência seja seu guia.
O problema é que a consciência varia muito de pessoa para pessoa - Romanos 2:11-23.
- Deus nos deu uma consciência saudável. Mas com a prática do pecado, podemos ter a consciência cauterizada, gerando insensibilidade e fraquezas. Então passamos a ir pela “cabeça” de outros que podem nos enfraquecer ou nos fortalecer, Depende de quem estará nos conscientizando ou aconselhando.
- Novamente, a forma como fomos educados por nossos pais fará a diferença. Não esqueça que no futuro, o adulto irá definir seus próprios conceitos do que é certo ou errado. Um lar onde a crítica e a cobrança predominam irá gerar adultos escravos da perfeição. Por outro lado, se houver um ambiente de amor e perdão, o futuro adulto terá um referencial para se espelhar e praticar.
4) Influências sobrenaturais.
Antes da queda, Adão e Eva não tinham nem consciência nem culpa. A partir da queda, sentimentos de culpa objetiva e subjetiva entraram em seus corações.
Há uma diferença entre a conscientização que vem do Espírito Santo e a acusação que vem do diabo.
Enquanto o Espírito Santo nos enquadra e ajuda gerando uma tristeza construtiva, o diabo gera uma crise de consciência, impedindo que percebamos o perdão e a misericórdia de Deus, tentando estabelecer uma tristeza que vem do mundo.
domingo, 18 de julho de 2010
PALAVRA DE DOMINGO - PREPARANDO-SE PARA A GUERRA
JUIZES 6
PREPARANDO-SE PARA A GUERRA
- MIDIANITAS ERAM DESCENDENTES DE ABRAÃO COM QUETURA
- AGIAM COMO LADRÕES DA PROVISÃO
- ISRAEL ERA ESCRAVO DAS ALIANÇAS ERRADAS NO PASSADO
TALVEZ VOCÊ ESTEJA COMO AQUELE POVO, NO VALE DE JIZRREL = DEUS SEMEIA (E O INIMIGO ROUBA)
HOJE, O SENHOR VAI MUDAR TEU DESTINO
PRINCÍPIOS:
1)DERRUBAR BAAL DO LAR
- BAAL SIGNIFICA SENHOR
- NÃO O SENHOR DEUS (JEOVA OU ETERNO)
- MAS QUALQUER OUTRO SENHOR
QUAIS SÃO OS SENHORES DO LAR QUE PRECISAM SER DERRUBADOS?
1)INVERSÃO HIERÁRQUICA
2)FILHOS DESOBEDIÊNTES
3)TELEVISÃO
4)CORDÃO UMBILICAL (LIGAÇÃO DE ALMA COM OS PAIS)
ESSA ORDEM DE DEUS APONTA PARA A IMPORTÂNCIA DE UM LAR CONSAGRADO COMO REQUIZITO PARA SAIR PARA A GUERRA.
HOJE O SENHOR VAI TOCAR NA TUA CASA E DERRUBAR OS OUTROS SENHORES
2)MUDANÇA DE NOME
GIDEÃO - DESTRUIDOR – O QUE CONTENDE COM BAAL(DESAFIADOR)
JERUBAAL – QUE BAAL SE DEFENDA(O QUE DESAFIA A RETALIAÇÃO DE BAAL)
HOJE O SENHOR MUDARÁ O NOME DESTA IGREJA DEIXARÁ DE SER DESAFIADOR
3)PARA DESAFIADO.
4)ESTAMOS PASSANDO A BOLA PARA BAAL (SE BAAL É DEUS, ELE QUE SE DEFENDA)
3)A SELEÇÃO DO EXÉRCITO
A) TÍMIDOS E MEDROSOS (FORA)
2) OS QUE AJOELHAM PARA BEBER ÁGUA (FORA)
- NÃO LARGAR AS ARMAS DIANTE DAS NECESSIDADES
- NÃO DEIXAR DE OLHAR PARA O INIMIGO TAMBÉM NAS NECESSIDADES
HOJE, O SENHOR COMEÇA A ENVIAR A TROPA
PRECISAMOS NOS POSICIONAR COMO TROPA
HOMENS E MULHERES QUE DESAFIARÃO A RESPOSTA DE BAAL
PREPARANDO-SE PARA A GUERRA
- MIDIANITAS ERAM DESCENDENTES DE ABRAÃO COM QUETURA
- AGIAM COMO LADRÕES DA PROVISÃO
- ISRAEL ERA ESCRAVO DAS ALIANÇAS ERRADAS NO PASSADO
TALVEZ VOCÊ ESTEJA COMO AQUELE POVO, NO VALE DE JIZRREL = DEUS SEMEIA (E O INIMIGO ROUBA)
HOJE, O SENHOR VAI MUDAR TEU DESTINO
PRINCÍPIOS:
1)DERRUBAR BAAL DO LAR
- BAAL SIGNIFICA SENHOR
- NÃO O SENHOR DEUS (JEOVA OU ETERNO)
- MAS QUALQUER OUTRO SENHOR
QUAIS SÃO OS SENHORES DO LAR QUE PRECISAM SER DERRUBADOS?
1)INVERSÃO HIERÁRQUICA
2)FILHOS DESOBEDIÊNTES
3)TELEVISÃO
4)CORDÃO UMBILICAL (LIGAÇÃO DE ALMA COM OS PAIS)
ESSA ORDEM DE DEUS APONTA PARA A IMPORTÂNCIA DE UM LAR CONSAGRADO COMO REQUIZITO PARA SAIR PARA A GUERRA.
HOJE O SENHOR VAI TOCAR NA TUA CASA E DERRUBAR OS OUTROS SENHORES
2)MUDANÇA DE NOME
GIDEÃO - DESTRUIDOR – O QUE CONTENDE COM BAAL(DESAFIADOR)
JERUBAAL – QUE BAAL SE DEFENDA(O QUE DESAFIA A RETALIAÇÃO DE BAAL)
HOJE O SENHOR MUDARÁ O NOME DESTA IGREJA DEIXARÁ DE SER DESAFIADOR
3)PARA DESAFIADO.
4)ESTAMOS PASSANDO A BOLA PARA BAAL (SE BAAL É DEUS, ELE QUE SE DEFENDA)
3)A SELEÇÃO DO EXÉRCITO
A) TÍMIDOS E MEDROSOS (FORA)
2) OS QUE AJOELHAM PARA BEBER ÁGUA (FORA)
- NÃO LARGAR AS ARMAS DIANTE DAS NECESSIDADES
- NÃO DEIXAR DE OLHAR PARA O INIMIGO TAMBÉM NAS NECESSIDADES
HOJE, O SENHOR COMEÇA A ENVIAR A TROPA
PRECISAMOS NOS POSICIONAR COMO TROPA
HOMENS E MULHERES QUE DESAFIARÃO A RESPOSTA DE BAAL
sábado, 17 de julho de 2010
AS MÁSCARAS ESTÃO CAINDO
As máscaras estão caindo!
Escrito por Janelão Gospel
Seg, 03 de Maio de 2010 10:43
Mt. 12:34 diz: "Raça de víboras, como podeis vós dizer boas coisas, sendo maus?"
Existia, já na época em que o Nosso Senhor Jesus esteve aqui em carne,um grupo de pessoas que assumiam, aparentemente, um compromisso com as coisas de Deus (na verdade com a religião) e que gostavam de ser bem vistospela sociedade. Uma classe de pessoas que, com uma moral artificial, até diziam coisas boas, mas, como vimos no versículo acima, eram reprovados por Deus. Hoje não é diferente. Sem julgar ou condenar alguém, gostaríamos de reprovar algumas obras más (como fez o Ap. Paulo). Considero (eu) que, o rumo que a igreja tomou nos últimos anos, (com esse método de "justiça aparente", e adotado até inocentemente por algumas pessoas, que na sede de agradar a Deus, e por ensinos errados, enveredaram-se por este caminho falso) deve-se totalmente a isso! Conseguimos ver hoje, igrejas totalmente cheias, bonitas, de todos os nomes e pra todos os gostos, porém, a formalidade impera na grande maioria delas, e o grande mal disso tudo que que é o que está em Gl. 6:12 "Todos os que querem mostrar boa aparência na carne, esses vos obrigam a circuncidar-vos, (hoje, seria cumprir leis e rituais humanos) somente para não serem perseguidos por causa da cruz de Cristo." Esse versículo revela que, quando queremos mostrar boa aparência na carne, obrigando os outros a também fazer o mesmo, querem tão somente purificar sua consciência diante dos homens, deixando de se procupar com a reta justiça. Por isso Jesus ensinou em Jo.7:24 "Não julgai segundo a aparência, mas julgai segundo a reta justiça". A igreja tomou um rumo onde a maior preocupação é a santidade aparente. Com o que o homem vai pensar de mim, e não com o que Deus pensa de mim, e considero que, isso foi fatal para que, hoje a igreja estivesse enfrentando tamanha crise. E o pior é isso acontece com líderes, que ainda dormentes pelo "dever aparente realizado" que a religião exige, continuam espalhando esta visão contrária a palavra de Deus e fatal! Em 2Co.2:17 o Ap. Paulo chama de falsificadores da palvra, porque falam de Deus, sem andar na presença de Deus, desprezando o mais importante, a Reta Justiça, como disse Jesus. Já passou da hora de revermos os conceitos e andarmos segundo a palavra e não segundo o que achamos o que é certo!, e começarmos a ensinar como Jesus ensinava:
Lc.20:21 "E perguntaram-lhe, dizendo: Mestre, nós sabemos que falas e ensinas bem e retamente, e que não consideras a aparência da pessoa, mas ensinas com verdade o caminho de Deus. "
As máscaras estão caindo (Parte 2)
(João 7:24) - Não julgueis segundo a aparência, mas julgai segundo a reta justiça.
Palavras de Jesus mandando não julgar pela aparência e sim pelas atitudes. Se Jesus disse isso, quem julga pela aparência não se parece com Ele!!
(II Corintios 5:12) - Porque não nos recomendamos outra vez a vós; mas damo-vos ocasião de vos gloriardes de nós, para que tenhais que responder aos que se gloriam na aparência e não no coração.
Ap. Paulo dando resposta, instruindo que ninguem glorie-se de si mesmo, para que tivessem o que responder aos que se gloriavam na aparência, porque alguns se gloriavam na aparência e não no coração...
Por isso continuo afirmando, como ja afirmei na primeira mensagem, que quem cumpre as suas obrigações na aparência, corre o risco de satisfazer sua consciência e esquecer do mais importante. Jesus reprovou isso com os fariseus em Mt.23:23 - "Dão o dízimo do cuminho, da hortelã e do cuentro e esquecem do amor e da misericórdia!..."
Jesus não disse pra parar de dar o dízimo, mas ai é que mora o perigo de ser justo na aparência, a pessoa dificilmente consegue não esquecer o mais importante, pois sua consciência se realiza na justiça aparente.
(II Corintios 10:7) - Olhais para as coisas segundo a aparência? Se alguém confia de si mesmo que é de Cristo, pense outra vez isto consigo, que, assim como ele é de Cristo, também nós de Cristo somos.
Pra dizer isso, com certeza algum irmão meio fariseu estava julgando o Ap. Paulo segundo a aprência (vers.2), pois ele diz para o tal repensar, pois na aparência eram diferentes, porem ambos eram de Cristo!...
(Gálatas 2:6) - E, quanto àqueles que pareciam ser alguma coisa (quais tenham sido noutro tempo, não se me dá; Deus não aceita a parência do homem), esses, digo, que pareciam ser alguma coisa, nada me comunicaram;
Talvez o Ap. Paulo tenha chegado nesta igreja e encontrado pastores e líderes todos bem engomados, vestindo as gravatas mais evangélicas da época, com carteirinha da igreja e tudo. Só que na hora que ele estava indo embora, chegou a uma conclusão: "Puxa!!, pareciam ser alguma coisa, mas no fim tudo que eu aprendi com eles foi: NADA!!!". Ele ainda faz um comentário seríssimo e que muitos deveriam meditar nisso: "DEUS NÃO ACEITA APARÊNCIA DO HOMEM!!!"
(Gálatas 6:12) - Todos os que querem mostrar boa aparência na carne, esses vos obrigam a circuncidar-vos, somente para não serem perseguidos por causa da cruz de Cristo.
E o pior é que os querem mostrar uma boa aparência na carne, obrigam as pessoas fazerem o mesmo. Está cheio de igreja que quer dar uma ajudinha pra Deus, e isso é ruim. Eu escutei de um irmão a seguinte frase: "Na minha igreja tem que ter doutrina, pois se não tiver, as irmãs abusam dos "decotes"!! Foi por isso que o Ap. Paulo disse que a verdadeira circuncisão é a do Coração e não a da Carne!! (Rm 2:29). Minha esposa não usa decotes e não é pela doutrina da igreja, é pelo Espírito de Deus, não pela circuncisão da carne, mas do coração!!
(Colossenses 2:23) - As quais têm, na verdade, alguma aparência de sabedoria, em devoção voluntária, humildade, e em disciplina do corpo, mas não são de valor algum senão para a satisfação da carne.
Esse comentário do Ap. é demais de bom!! - APARÊNCIA DE SABEDORIA!!! e DISCIPLINA DO CORPO!!!
não adiantam nada, a não ser para satisfazer a própria carne!! Irmãos! vamos nos transformar, renovando o nosso entendimento em Deus!!!(Rm12:2)
(Colossenses 3:22) - Vós, servos, obedecei em tudo a vossos senhores segundo a carne, não servindo só na aparência, como para agradar aos homens, mas em simplicidade de coração, temendo a Deus.
Esse vers. prova que o servir na aparência serve para agradar aos homens!!! e isso até com os nossos senhores aqui na terra. É como numa firma, onde vc odeia o serviço, mais faz tudo "certinho" só para que os outros funcionário admirem vc!!
(II Timóteo 3:5) - Tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te.
Por último, o Ap. manda que, ao percebermos que uma pessoa tem aparência de pessoa boa, "se veste como um deles", mas no dia a dia é outra coisa, nós devemos nos afasta desses, pois para Deus o que importa é o dia a dia, pois vestir uma roupa de crente e se comportar como crente na igreja é muito facil!!!
Está mais doque provado irmãos, infelizmente, estará cheio de artigos evangélicos no inferno, pois as pessoas preferem endurecer o coração, e continuar olhando e julgando pela aparência, mesmo isso sendo tão contrário à palavra de Deus!!
Escrito por Janelão Gospel
Seg, 03 de Maio de 2010 10:43
Mt. 12:34 diz: "Raça de víboras, como podeis vós dizer boas coisas, sendo maus?"
Existia, já na época em que o Nosso Senhor Jesus esteve aqui em carne,um grupo de pessoas que assumiam, aparentemente, um compromisso com as coisas de Deus (na verdade com a religião) e que gostavam de ser bem vistospela sociedade. Uma classe de pessoas que, com uma moral artificial, até diziam coisas boas, mas, como vimos no versículo acima, eram reprovados por Deus. Hoje não é diferente. Sem julgar ou condenar alguém, gostaríamos de reprovar algumas obras más (como fez o Ap. Paulo). Considero (eu) que, o rumo que a igreja tomou nos últimos anos, (com esse método de "justiça aparente", e adotado até inocentemente por algumas pessoas, que na sede de agradar a Deus, e por ensinos errados, enveredaram-se por este caminho falso) deve-se totalmente a isso! Conseguimos ver hoje, igrejas totalmente cheias, bonitas, de todos os nomes e pra todos os gostos, porém, a formalidade impera na grande maioria delas, e o grande mal disso tudo que que é o que está em Gl. 6:12 "Todos os que querem mostrar boa aparência na carne, esses vos obrigam a circuncidar-vos, (hoje, seria cumprir leis e rituais humanos) somente para não serem perseguidos por causa da cruz de Cristo." Esse versículo revela que, quando queremos mostrar boa aparência na carne, obrigando os outros a também fazer o mesmo, querem tão somente purificar sua consciência diante dos homens, deixando de se procupar com a reta justiça. Por isso Jesus ensinou em Jo.7:24 "Não julgai segundo a aparência, mas julgai segundo a reta justiça". A igreja tomou um rumo onde a maior preocupação é a santidade aparente. Com o que o homem vai pensar de mim, e não com o que Deus pensa de mim, e considero que, isso foi fatal para que, hoje a igreja estivesse enfrentando tamanha crise. E o pior é isso acontece com líderes, que ainda dormentes pelo "dever aparente realizado" que a religião exige, continuam espalhando esta visão contrária a palavra de Deus e fatal! Em 2Co.2:17 o Ap. Paulo chama de falsificadores da palvra, porque falam de Deus, sem andar na presença de Deus, desprezando o mais importante, a Reta Justiça, como disse Jesus. Já passou da hora de revermos os conceitos e andarmos segundo a palavra e não segundo o que achamos o que é certo!, e começarmos a ensinar como Jesus ensinava:
Lc.20:21 "E perguntaram-lhe, dizendo: Mestre, nós sabemos que falas e ensinas bem e retamente, e que não consideras a aparência da pessoa, mas ensinas com verdade o caminho de Deus. "
As máscaras estão caindo (Parte 2)
(João 7:24) - Não julgueis segundo a aparência, mas julgai segundo a reta justiça.
Palavras de Jesus mandando não julgar pela aparência e sim pelas atitudes. Se Jesus disse isso, quem julga pela aparência não se parece com Ele!!
(II Corintios 5:12) - Porque não nos recomendamos outra vez a vós; mas damo-vos ocasião de vos gloriardes de nós, para que tenhais que responder aos que se gloriam na aparência e não no coração.
Ap. Paulo dando resposta, instruindo que ninguem glorie-se de si mesmo, para que tivessem o que responder aos que se gloriavam na aparência, porque alguns se gloriavam na aparência e não no coração...
Por isso continuo afirmando, como ja afirmei na primeira mensagem, que quem cumpre as suas obrigações na aparência, corre o risco de satisfazer sua consciência e esquecer do mais importante. Jesus reprovou isso com os fariseus em Mt.23:23 - "Dão o dízimo do cuminho, da hortelã e do cuentro e esquecem do amor e da misericórdia!..."
Jesus não disse pra parar de dar o dízimo, mas ai é que mora o perigo de ser justo na aparência, a pessoa dificilmente consegue não esquecer o mais importante, pois sua consciência se realiza na justiça aparente.
(II Corintios 10:7) - Olhais para as coisas segundo a aparência? Se alguém confia de si mesmo que é de Cristo, pense outra vez isto consigo, que, assim como ele é de Cristo, também nós de Cristo somos.
Pra dizer isso, com certeza algum irmão meio fariseu estava julgando o Ap. Paulo segundo a aprência (vers.2), pois ele diz para o tal repensar, pois na aparência eram diferentes, porem ambos eram de Cristo!...
(Gálatas 2:6) - E, quanto àqueles que pareciam ser alguma coisa (quais tenham sido noutro tempo, não se me dá; Deus não aceita a parência do homem), esses, digo, que pareciam ser alguma coisa, nada me comunicaram;
Talvez o Ap. Paulo tenha chegado nesta igreja e encontrado pastores e líderes todos bem engomados, vestindo as gravatas mais evangélicas da época, com carteirinha da igreja e tudo. Só que na hora que ele estava indo embora, chegou a uma conclusão: "Puxa!!, pareciam ser alguma coisa, mas no fim tudo que eu aprendi com eles foi: NADA!!!". Ele ainda faz um comentário seríssimo e que muitos deveriam meditar nisso: "DEUS NÃO ACEITA APARÊNCIA DO HOMEM!!!"
(Gálatas 6:12) - Todos os que querem mostrar boa aparência na carne, esses vos obrigam a circuncidar-vos, somente para não serem perseguidos por causa da cruz de Cristo.
E o pior é que os querem mostrar uma boa aparência na carne, obrigam as pessoas fazerem o mesmo. Está cheio de igreja que quer dar uma ajudinha pra Deus, e isso é ruim. Eu escutei de um irmão a seguinte frase: "Na minha igreja tem que ter doutrina, pois se não tiver, as irmãs abusam dos "decotes"!! Foi por isso que o Ap. Paulo disse que a verdadeira circuncisão é a do Coração e não a da Carne!! (Rm 2:29). Minha esposa não usa decotes e não é pela doutrina da igreja, é pelo Espírito de Deus, não pela circuncisão da carne, mas do coração!!
(Colossenses 2:23) - As quais têm, na verdade, alguma aparência de sabedoria, em devoção voluntária, humildade, e em disciplina do corpo, mas não são de valor algum senão para a satisfação da carne.
Esse comentário do Ap. é demais de bom!! - APARÊNCIA DE SABEDORIA!!! e DISCIPLINA DO CORPO!!!
não adiantam nada, a não ser para satisfazer a própria carne!! Irmãos! vamos nos transformar, renovando o nosso entendimento em Deus!!!(Rm12:2)
(Colossenses 3:22) - Vós, servos, obedecei em tudo a vossos senhores segundo a carne, não servindo só na aparência, como para agradar aos homens, mas em simplicidade de coração, temendo a Deus.
Esse vers. prova que o servir na aparência serve para agradar aos homens!!! e isso até com os nossos senhores aqui na terra. É como numa firma, onde vc odeia o serviço, mais faz tudo "certinho" só para que os outros funcionário admirem vc!!
(II Timóteo 3:5) - Tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te.
Por último, o Ap. manda que, ao percebermos que uma pessoa tem aparência de pessoa boa, "se veste como um deles", mas no dia a dia é outra coisa, nós devemos nos afasta desses, pois para Deus o que importa é o dia a dia, pois vestir uma roupa de crente e se comportar como crente na igreja é muito facil!!!
Está mais doque provado irmãos, infelizmente, estará cheio de artigos evangélicos no inferno, pois as pessoas preferem endurecer o coração, e continuar olhando e julgando pela aparência, mesmo isso sendo tão contrário à palavra de Deus!!
segunda-feira, 28 de junho de 2010
LOBOS E OVELHAS SEMELHANÇAS E DIFERENÇAS
O xamanismo é um termo genericamente usado em referência a práticas etnomédicas, mágicas, religiosas (animista, primitiva) e filosóficas (metafísica), envolvendo cura, transe, metamorfose e contato direto entre corpos e espíritos de outros xamãs, de seres míticos, de animais, dos mortos, etc.
A palavra xamã vem do russo, tungue saman corresponde à práticas dos povos não budistas das regiões asiáticas e árticas especialmente a Sibéria (região centro norte da Ásia). Apesar, como assinala Mircea Eliade da especificidade dessas práticas na região (em especial as técnicas do êxtase dos tungues, Iacutes, mongóis, turco-tártaros etc.), não existe, contudo origem histórica ou geográfica para o xamanismo como conhecido hoje, tampouco algum princípio unificador. Outros nomes para sua tradução seriam feiticeiros, médico-feiticeiros, magos, curandeiros e pajés.
Antropólogos discutem ainda na definição xamanismo a experiência biopsicossocial do transe e êxtase religioso bem como as implicações sociais da definição do xamanismo como fato social, uma tradição equivalente à magia enquanto prática individualizada relacionada aos problemas e técnicas e ciência da sobrevivência cotidiana (agricultura, caça, medicina, etc.) ou ao fenômeno religioso, abstrato, coletivo, normatizador. (Dukheim, Mauss)
Xamã
O sacerdote do xamanismo é o xamã, que geralmente entra em transe durante rituais xamânicos, manifestando poderes incomuns, invocando espíritos, plantas etc., através de objetos rituais, do próprio corpo ou do corpo de assistentes e pacientes. A comunicação com estes aspectos sutis da vida pode se processar através de estados alterados de consciência. Estados esses alcançados através de batidas de tambor, danças e até ervas enteógenas.
As variações "culturais" são muitas mas, em geral, o xamã pode ser homem ou mulher, e muitas vezes há na história pessoal desse indivíduo um desafio, como uma doença física ou mental, que se configura como um chamado, uma vocação. Depois disto há uma longa preparação, um aprendizado sobre plantas medicinais e outros métodos de cura, e sobre técnicas para atingir o estado alterado de consciência e formas de se proteger contra o descontrole.
O xamã é tido como um profundo conhecedor da natureza humana, tanto na parte física quanto psíquica.
De acordo com Eliade, entre os manchus e os tungues da Manchúria a tradição dos dons xamânicos costuma ser feita de avô para neto, pois o filho ocupa-se em prover as necessidades do pai, isso no caso dos amba saman (xamãs do clã). Os xamãs independentes seguem a sua própria vocação. O reconhecimento como xamã só pode ser feito pela comunidade inteira depois de uma prova iniciática. Ainda segundo esse autor das referências a distúrbios psicológicos (especialmente no processo de formação) o ideal iacuto de um xamã é: um homem sério, que sabe convencer os que estão à sua volta, não presunçoso nem colérico. Entre os kazak-quirguizes o baqça, guardião das tradições religiosas é também cantor, poeta, músico, adivinho, sacerdote e médico.
Talvez pela experiência do sofrimento antes da iniciação ou experiência de possessão o xamã é confundido com indivíduos portadores de distúrbio mental tipo epilepsia, histeria e psicose, Lévi-Strauss citando os estudos de Nadel e de Mauss na introdução à obra de Marcel Mauss afirma que …existe uma relação entre os distúrbios patológicos e as condutas xamanísticas, mas que consiste menos numa assimilação das segundas aos primeiros do que na necessidade de definir os distúrbios patológicos em função das condutas xamanísticas… afirma ainda, baseado em estudos comparativos, que a freqüência das neuroses e psicoses parecem aumentar nas regiões sem xamanismo e que xamanismo pode desempenhar um duplo papel frente as disposições psicopáticas: explorando-as por um lado, mas, por outro canalizando-as e estabilizando-as
O xamanismo é constante em diversas manifestações indígenas brasileiras. A palavra "pajé", de origem Tupi, se popularizou na literatura de língua portuguesa em referência ao xamã. Seu estudo, descrições de caso e comparação, tem sido recomendado para facilitar a implementação de práticas de assistência à saúde culturalmente adequadas no Brasil a cerca de 4.000 índios pertencentes a 210 povos sob a responsabilidade da FUNASA - Fundação Nacional de Saúde desde agosto de 1999
Xamanismo ou Pajelança – Comunicação com os encantados e entidades ancestrais através de cânticos, danças assim como nos índios Guarani Kaiová e utilização de instrumentos musicais (maracá, zunidores) para captura e afastamento de espíritos malignos tipo mamaés, anhangás, utilização do jejum, restrições dietéticas, reclusão do doente, além de uma série de práticas terapêuticas que incluem: o uso do tabaco (o pajé fuma grandes cachimbos) e outras plantas psicoativas, aplicação de calor e defumação, massagens, fricções, extração da doença por sucção/ vômito, escarificação no tórax e locais inflamados com bico, dentes de animais ou fragmentos de cristais
No Brasil rural e urbano, apesar da tradição multi-étnica dos ameríndios, observa-se a presença dessas práticas médicas-religiosas em comunhão com rituais católicos e espiritualistas de origem africana. Esse xamanismo é conhecido em algumas regiões como pajelança cabocla, culto aos encantados, toré, catimbó, candomblé de caboclo, em rituais de umbanda, culto a Jurema sagrada.
Atualmente no Brasil existem várias vertentes de neo-xamanismo ou xamanismo urbano, entre estas linhas diversos grupos se reúnem para estudar e trocar conhecimentos sobre o tema.
33- Amor
Físico : Prazer expressado na energia sexual - tocando - comendo - amando - cheirando - ouvindo - observando - orgasmo . Expressando-se corporalmente, algo se move na gente. Para se ter mais prazer com o mundo, com outras pessoa e com a gente mesmo.
Mental : Buscar cura real de problemas emocionais, para se comunicar melhor, para aceitar a sí mesmo e aos outros. Buscar aprender a se dar. Honestidade, estima, entendimento.
Emocional : Buscar encontrar devocão, ternura, compaixão, encanto, alegria, êxtase, paixão. Aprende-se sobre a criação, harmonia, níveis profundos.
Espiritual : Verdadeiro sentido da devoção, da transcendência, amor incondicional, aceitação, abnegação, préstimo. Ter a verdadeira dedicação para servir a Todas As Nossas Relações.
Pode-se experimentar profunda conexão com o Criador e sua Criação.
.
Frequentemente retratado pelos seres humanos como um solitário, está bem longe disso. O Lobo é um animal comunitário e com uma família amorosa, que frequentemente coloca o bem estar da matilha acima do seu próprio.
Os lobos se acasalam para a vida inteira e são companheiros e pais generosos e amorosos.
Os povos nativos respeitam o Lobo devido aos seus cuidados com o bando, seu amor à família, seus instintos protetores e por sua discriminação em caçar os animais fracos ou doentes de uma manada.
O Lobo em algumas tribos era considerado o " Totem Guardião " e um símbolo da perseverança.
O Lobo pode nos ensinar sobre compaixão e lealdade à família, amigos e crianças. É um animal bom para se trabalhar com ele, especialmente se não lhe foi ensinada a confiança, afinidade e Amor em sua família de origem. Se você vem de um lar abusivo e não funcional, o Lobo pode ensiná-lo a trocar seus padrões dolorosos e negativos adquiridos na infância, por qualidades que podem ajudá-lo a se tornar um adulto amoroso.
Trabalhar com o Lobo pode ajudar a aprender a respeito de amor saudável, perdão, intimidade, confiança, relacionamentos, comunidade, desprendimento e generosidade.
PRESTEM ATENÇÃO:
O LOBO É COMUNITARIO
O LOBO TEM UMA FAMÍLIA AMOROSA
O LOBO COLOCA O BEM ESTAR DA FAMÍLIA ACIMA DO SEU PRÓPRIO
O LOBO CAÇA SOMENTE ANIMAIS FRACOS E DOENTES (OVELHAS INSATISFEITAS?)
O LOBO "ENSINA" SOBRE:": COMPAIXÃO, AMIZADE E RELACIONAMENTO COM CRIANÇAS
ESSA É DEMAIS: QUANDO O LOBO NÃO RECEBEU CONFIANÇA, AMOR E AFINIDADE NA FAMÍLIA DE ORIGEM, TORNA-SE UM "COMPANHEIRO MELHOR"
O LOBO PODE AJUDAR PESSOAS QUE TIVERAM UM LAR DESEQUILIBRADO O RESPEITO, AMOR PERDÃO SAUDÁVEL, INTIMIDADE, CONFIANÇA, DESPRENDIMENTO E GENEROSIDADE.
As informações acima apontam para a incrível semelhança entre o amor de Deus e o amor de um lobo. Será que nós temos tanto discernimento assim para separar uma coisa da outra? Será que já recebemos amor de um lobo achando que era de Deus? Em que podemos nos apegar para estarmos seguros que estamos recebendo amor de Deus e não de um lobo?
A resposta está na Palavra de Deus
“Eis que vos envio como ovelhas entre lobos, sêde prudentes como as serpentes e símplices como as pombas.”
(Mt 10: 16)
Achei intrigante por além de Deus requerer que sejamos como ovelhas, requer que sejamos ovelhas no meio de lobos. Qual a diferença entre lobo e ovelha para que eu possa me identificar? Pensando nisso encontrei três diferenças.
Primeiramente tanto lobos como ovelhas vivem em sociedade, contudo a sociedade dos lobos é caótica, vivem em rivalidade e só vivem juntos por necessidade, enquanto a sociedade das ovelhas é pacífica e uma ajuda a outra, as mais velhas ensinando as mais jovens a perceber o perigo.
Outra distinção é o interesse, enquanto as ovelhas procuram vegetais, os lobos gostam de carne e sangue. As ovelhas não tem prazer e nem pensam no mal dos outros, já para os lobos a morte de um lobo é sinônimo de comida.
A maior distinção entre lobos e ovelhas é a existência do pastor. Os lobos não possuem pastor, eles tem que aprender sozinhos as manhas da sobrevivência, já as ovelhas possuem um pastor que é capaz de morrer pelas suas ovelhas.
Distinguir a diferença entre lobos e ovelhas é perceber como realmente estamos em locais selvagens, onde necessitamos da manha dos lobos para sobreviver. Impressionante como estamos cercados por lobos que só estam perto de você por benefício próprio, sem nenhuma consideração, onde às vezes se você se der mal pode ser vantajoso. É perceptível o sofrimento da vida solitária de um lobo dentro de uma alcatéia. Mesmo no meio de um grupo é cada um por si...
Somos lobos quando vemos o mundo na ótica do lobo, quando aprendemos as manhas de sobrevivência por ter a certeza que ninguém é por nós, que temos que nos virar para viver. A ovelha deixa de ser ovelha quando ela passa a ser carnívora, para ser carnívora ela terá que ter todo o aparato de lobo. Para sermos ovelhas no meio de lobo é necessário termos um foco diferente dos lobos, temos que ter perceber o mundo na ótica de ovelha. Vejo muitos cristãos que possuem a mesma visão de mundo de um não-cristão e que por isso tem um trato social igual ou pior do que um não-cristão.
Onde foram as ovelhas do Senhor? Nas igrejas vejo é muito lobo disfarçado de ovelhas, por não considerar uns aos outros, pelo contrário é ‘cobra comendo cobra’. Por querer o melhor para si, por pensar só em si.
Percebo que o Senhor nos envia como ovelhas no meio de lobos porque enquanto Ele, o Bom Pastor, estiver junto com suas ovelhas nenhum lobo poderá nos fazer mal. Essa é a grande diferença, não preciso pensar muito em mim, não preciso ter manhas de sobrevivência, não preciso ser maior que ninguém, e nem em querer ter maior vantagem, pois temos um pastor e nada nos faltará.
Muito interessante é que o Salmos mais conhecido é o23: “O Senhor é o meu pastor: nada me faltará. Ele me faz repousar em pastos verdejantes. Leva-me para junto das águas de descanso; refrigera-me a alma. Guia-me pelas veredas da justiça por amor do seu nome.”(Sl 23: 1-3) Repilo a idéia de alguns que interpretam “...nada me faltará..” para incluir malefícios; os malefícios vêm quando inventamos de dar uma de lobo, ou quando pelo menos trocamos nossa ótica de ovelha pela ótica do lobo. A ótica da ovelha só vê verde, só vê esperança, enquanto a ótica do lobo só vê sangue e morte.... (Por Ferreira Junior)
Queridos!
O que faz a diferença entre lobos e ovelhas é a presença do Pastor.
Eis que bem-aventurado é o homem a quem Deus corrige; não desprezes, pois, a correção do Todo-Poderoso. Pois ele faz a ferida, e ele mesmo a liga; ele fere, e as suas mãos curam. (Jó 5:17-18).
Eu tenho o privilégio de já ter sido ferido por Deus e Vc?
A palavra xamã vem do russo, tungue saman corresponde à práticas dos povos não budistas das regiões asiáticas e árticas especialmente a Sibéria (região centro norte da Ásia). Apesar, como assinala Mircea Eliade da especificidade dessas práticas na região (em especial as técnicas do êxtase dos tungues, Iacutes, mongóis, turco-tártaros etc.), não existe, contudo origem histórica ou geográfica para o xamanismo como conhecido hoje, tampouco algum princípio unificador. Outros nomes para sua tradução seriam feiticeiros, médico-feiticeiros, magos, curandeiros e pajés.
Antropólogos discutem ainda na definição xamanismo a experiência biopsicossocial do transe e êxtase religioso bem como as implicações sociais da definição do xamanismo como fato social, uma tradição equivalente à magia enquanto prática individualizada relacionada aos problemas e técnicas e ciência da sobrevivência cotidiana (agricultura, caça, medicina, etc.) ou ao fenômeno religioso, abstrato, coletivo, normatizador. (Dukheim, Mauss)
Xamã
O sacerdote do xamanismo é o xamã, que geralmente entra em transe durante rituais xamânicos, manifestando poderes incomuns, invocando espíritos, plantas etc., através de objetos rituais, do próprio corpo ou do corpo de assistentes e pacientes. A comunicação com estes aspectos sutis da vida pode se processar através de estados alterados de consciência. Estados esses alcançados através de batidas de tambor, danças e até ervas enteógenas.
As variações "culturais" são muitas mas, em geral, o xamã pode ser homem ou mulher, e muitas vezes há na história pessoal desse indivíduo um desafio, como uma doença física ou mental, que se configura como um chamado, uma vocação. Depois disto há uma longa preparação, um aprendizado sobre plantas medicinais e outros métodos de cura, e sobre técnicas para atingir o estado alterado de consciência e formas de se proteger contra o descontrole.
O xamã é tido como um profundo conhecedor da natureza humana, tanto na parte física quanto psíquica.
De acordo com Eliade, entre os manchus e os tungues da Manchúria a tradição dos dons xamânicos costuma ser feita de avô para neto, pois o filho ocupa-se em prover as necessidades do pai, isso no caso dos amba saman (xamãs do clã). Os xamãs independentes seguem a sua própria vocação. O reconhecimento como xamã só pode ser feito pela comunidade inteira depois de uma prova iniciática. Ainda segundo esse autor das referências a distúrbios psicológicos (especialmente no processo de formação) o ideal iacuto de um xamã é: um homem sério, que sabe convencer os que estão à sua volta, não presunçoso nem colérico. Entre os kazak-quirguizes o baqça, guardião das tradições religiosas é também cantor, poeta, músico, adivinho, sacerdote e médico.
Talvez pela experiência do sofrimento antes da iniciação ou experiência de possessão o xamã é confundido com indivíduos portadores de distúrbio mental tipo epilepsia, histeria e psicose, Lévi-Strauss citando os estudos de Nadel e de Mauss na introdução à obra de Marcel Mauss afirma que …existe uma relação entre os distúrbios patológicos e as condutas xamanísticas, mas que consiste menos numa assimilação das segundas aos primeiros do que na necessidade de definir os distúrbios patológicos em função das condutas xamanísticas… afirma ainda, baseado em estudos comparativos, que a freqüência das neuroses e psicoses parecem aumentar nas regiões sem xamanismo e que xamanismo pode desempenhar um duplo papel frente as disposições psicopáticas: explorando-as por um lado, mas, por outro canalizando-as e estabilizando-as
O xamanismo é constante em diversas manifestações indígenas brasileiras. A palavra "pajé", de origem Tupi, se popularizou na literatura de língua portuguesa em referência ao xamã. Seu estudo, descrições de caso e comparação, tem sido recomendado para facilitar a implementação de práticas de assistência à saúde culturalmente adequadas no Brasil a cerca de 4.000 índios pertencentes a 210 povos sob a responsabilidade da FUNASA - Fundação Nacional de Saúde desde agosto de 1999
Xamanismo ou Pajelança – Comunicação com os encantados e entidades ancestrais através de cânticos, danças assim como nos índios Guarani Kaiová e utilização de instrumentos musicais (maracá, zunidores) para captura e afastamento de espíritos malignos tipo mamaés, anhangás, utilização do jejum, restrições dietéticas, reclusão do doente, além de uma série de práticas terapêuticas que incluem: o uso do tabaco (o pajé fuma grandes cachimbos) e outras plantas psicoativas, aplicação de calor e defumação, massagens, fricções, extração da doença por sucção/ vômito, escarificação no tórax e locais inflamados com bico, dentes de animais ou fragmentos de cristais
No Brasil rural e urbano, apesar da tradição multi-étnica dos ameríndios, observa-se a presença dessas práticas médicas-religiosas em comunhão com rituais católicos e espiritualistas de origem africana. Esse xamanismo é conhecido em algumas regiões como pajelança cabocla, culto aos encantados, toré, catimbó, candomblé de caboclo, em rituais de umbanda, culto a Jurema sagrada.
Atualmente no Brasil existem várias vertentes de neo-xamanismo ou xamanismo urbano, entre estas linhas diversos grupos se reúnem para estudar e trocar conhecimentos sobre o tema.
33- Amor
Físico : Prazer expressado na energia sexual - tocando - comendo - amando - cheirando - ouvindo - observando - orgasmo . Expressando-se corporalmente, algo se move na gente. Para se ter mais prazer com o mundo, com outras pessoa e com a gente mesmo.
Mental : Buscar cura real de problemas emocionais, para se comunicar melhor, para aceitar a sí mesmo e aos outros. Buscar aprender a se dar. Honestidade, estima, entendimento.
Emocional : Buscar encontrar devocão, ternura, compaixão, encanto, alegria, êxtase, paixão. Aprende-se sobre a criação, harmonia, níveis profundos.
Espiritual : Verdadeiro sentido da devoção, da transcendência, amor incondicional, aceitação, abnegação, préstimo. Ter a verdadeira dedicação para servir a Todas As Nossas Relações.
Pode-se experimentar profunda conexão com o Criador e sua Criação.
.
Frequentemente retratado pelos seres humanos como um solitário, está bem longe disso. O Lobo é um animal comunitário e com uma família amorosa, que frequentemente coloca o bem estar da matilha acima do seu próprio.
Os lobos se acasalam para a vida inteira e são companheiros e pais generosos e amorosos.
Os povos nativos respeitam o Lobo devido aos seus cuidados com o bando, seu amor à família, seus instintos protetores e por sua discriminação em caçar os animais fracos ou doentes de uma manada.
O Lobo em algumas tribos era considerado o " Totem Guardião " e um símbolo da perseverança.
O Lobo pode nos ensinar sobre compaixão e lealdade à família, amigos e crianças. É um animal bom para se trabalhar com ele, especialmente se não lhe foi ensinada a confiança, afinidade e Amor em sua família de origem. Se você vem de um lar abusivo e não funcional, o Lobo pode ensiná-lo a trocar seus padrões dolorosos e negativos adquiridos na infância, por qualidades que podem ajudá-lo a se tornar um adulto amoroso.
Trabalhar com o Lobo pode ajudar a aprender a respeito de amor saudável, perdão, intimidade, confiança, relacionamentos, comunidade, desprendimento e generosidade.
PRESTEM ATENÇÃO:
O LOBO É COMUNITARIO
O LOBO TEM UMA FAMÍLIA AMOROSA
O LOBO COLOCA O BEM ESTAR DA FAMÍLIA ACIMA DO SEU PRÓPRIO
O LOBO CAÇA SOMENTE ANIMAIS FRACOS E DOENTES (OVELHAS INSATISFEITAS?)
O LOBO "ENSINA" SOBRE:": COMPAIXÃO, AMIZADE E RELACIONAMENTO COM CRIANÇAS
ESSA É DEMAIS: QUANDO O LOBO NÃO RECEBEU CONFIANÇA, AMOR E AFINIDADE NA FAMÍLIA DE ORIGEM, TORNA-SE UM "COMPANHEIRO MELHOR"
O LOBO PODE AJUDAR PESSOAS QUE TIVERAM UM LAR DESEQUILIBRADO O RESPEITO, AMOR PERDÃO SAUDÁVEL, INTIMIDADE, CONFIANÇA, DESPRENDIMENTO E GENEROSIDADE.
As informações acima apontam para a incrível semelhança entre o amor de Deus e o amor de um lobo. Será que nós temos tanto discernimento assim para separar uma coisa da outra? Será que já recebemos amor de um lobo achando que era de Deus? Em que podemos nos apegar para estarmos seguros que estamos recebendo amor de Deus e não de um lobo?
A resposta está na Palavra de Deus
“Eis que vos envio como ovelhas entre lobos, sêde prudentes como as serpentes e símplices como as pombas.”
(Mt 10: 16)
Achei intrigante por além de Deus requerer que sejamos como ovelhas, requer que sejamos ovelhas no meio de lobos. Qual a diferença entre lobo e ovelha para que eu possa me identificar? Pensando nisso encontrei três diferenças.
Primeiramente tanto lobos como ovelhas vivem em sociedade, contudo a sociedade dos lobos é caótica, vivem em rivalidade e só vivem juntos por necessidade, enquanto a sociedade das ovelhas é pacífica e uma ajuda a outra, as mais velhas ensinando as mais jovens a perceber o perigo.
Outra distinção é o interesse, enquanto as ovelhas procuram vegetais, os lobos gostam de carne e sangue. As ovelhas não tem prazer e nem pensam no mal dos outros, já para os lobos a morte de um lobo é sinônimo de comida.
A maior distinção entre lobos e ovelhas é a existência do pastor. Os lobos não possuem pastor, eles tem que aprender sozinhos as manhas da sobrevivência, já as ovelhas possuem um pastor que é capaz de morrer pelas suas ovelhas.
Distinguir a diferença entre lobos e ovelhas é perceber como realmente estamos em locais selvagens, onde necessitamos da manha dos lobos para sobreviver. Impressionante como estamos cercados por lobos que só estam perto de você por benefício próprio, sem nenhuma consideração, onde às vezes se você se der mal pode ser vantajoso. É perceptível o sofrimento da vida solitária de um lobo dentro de uma alcatéia. Mesmo no meio de um grupo é cada um por si...
Somos lobos quando vemos o mundo na ótica do lobo, quando aprendemos as manhas de sobrevivência por ter a certeza que ninguém é por nós, que temos que nos virar para viver. A ovelha deixa de ser ovelha quando ela passa a ser carnívora, para ser carnívora ela terá que ter todo o aparato de lobo. Para sermos ovelhas no meio de lobo é necessário termos um foco diferente dos lobos, temos que ter perceber o mundo na ótica de ovelha. Vejo muitos cristãos que possuem a mesma visão de mundo de um não-cristão e que por isso tem um trato social igual ou pior do que um não-cristão.
Onde foram as ovelhas do Senhor? Nas igrejas vejo é muito lobo disfarçado de ovelhas, por não considerar uns aos outros, pelo contrário é ‘cobra comendo cobra’. Por querer o melhor para si, por pensar só em si.
Percebo que o Senhor nos envia como ovelhas no meio de lobos porque enquanto Ele, o Bom Pastor, estiver junto com suas ovelhas nenhum lobo poderá nos fazer mal. Essa é a grande diferença, não preciso pensar muito em mim, não preciso ter manhas de sobrevivência, não preciso ser maior que ninguém, e nem em querer ter maior vantagem, pois temos um pastor e nada nos faltará.
Muito interessante é que o Salmos mais conhecido é o23: “O Senhor é o meu pastor: nada me faltará. Ele me faz repousar em pastos verdejantes. Leva-me para junto das águas de descanso; refrigera-me a alma. Guia-me pelas veredas da justiça por amor do seu nome.”(Sl 23: 1-3) Repilo a idéia de alguns que interpretam “...nada me faltará..” para incluir malefícios; os malefícios vêm quando inventamos de dar uma de lobo, ou quando pelo menos trocamos nossa ótica de ovelha pela ótica do lobo. A ótica da ovelha só vê verde, só vê esperança, enquanto a ótica do lobo só vê sangue e morte.... (Por Ferreira Junior)
Queridos!
O que faz a diferença entre lobos e ovelhas é a presença do Pastor.
Eis que bem-aventurado é o homem a quem Deus corrige; não desprezes, pois, a correção do Todo-Poderoso. Pois ele faz a ferida, e ele mesmo a liga; ele fere, e as suas mãos curam. (Jó 5:17-18).
Eu tenho o privilégio de já ter sido ferido por Deus e Vc?
sexta-feira, 18 de junho de 2010
AMIZADE VERDADEIRA
Amizades são uma parte importante da nossa vida. Desde a criação do primeiro casal, Deus mostrou a necessidade do companheirismo na vida humana. Em famílias, igrejas e comunidades criamos laços de amizade. Precisamos compartilhar a vida com outras pessoas.
Na Bíblia, Deus nos orienta sobre amizades. Ele fala do valor dos bons amigos e adverte-nos sobre os perigos dos companheiros errados. Ele oferece instrução e apresenta exemplos que nos ensinam. Estas orientações valem para os jovens que ainda estão escolhendo o seu rumo, e também ajudam os adultos no seu caminho pela vida.
Instruções sobre amizades
As Escrituras nos orientam sobre a escolha e o tratamento dos nossos amigos. Amigos têm muita influência em nossas vidas: "O justo serve de guia para o seu companheiro, mas o caminho dos perversos os faz errar" (Provérbios 12:26). Por este motivo, a escolha de companheiros é um assunto de grande importância: "Quem anda com os sábios será sábio, mas o companheiro dos insensatos se tornará mau" (Provérbios 13:20). No final de contas, nossas escolhas não envolvem apenas pessoas, mas decidem a nossa direção na vida e na eternidade. Tiago frisou bem este fato quando perguntou: "Infiéis, não compreendeis que a amizade do mundo é inimiga de Deus? Aquele, pois, que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus" (Tiago 4:4). O mesmo livro fala de um homem de grande fé que rejeitou os caminhos errados de outros homens e mostrou a sua lealdade ao Senhor. O resultado desta escolha de Abraão? "Foi chamado amigo de Deus" (Tiago 2:23). Devemos escolher bons amigos que nos ajudarão, especialmente em termos espirituais.
É fácil escolher mal. Muitas pessoas que não amam a Deus e não respeitam a palavra dele nos oferecem a sua amizade. Às vezes, podemos influenciar tais pessoas pela nossa fé e o exemplo de uma vida reta. O próprio Jesus fez questão de ter contato com pecadores, oferecendo-lhes a palavra eterna da salvação (Lucas 15:1; Mateus 9:10-13). O perigo vem quando não confessamos a nossa fé no meio de uma geração perversa (Marcos 8:38). Ao invés de conduzir outros a Cristo, deixamos as más influências nos corromperem.
Algumas pessoas querem nos induzir a pecar contra Deus. "Filho meu, se os pecadores querem seduzir-te, não o consintas. Se disserem: Vem conosco, embosquemo-nos para derramar sangue, espreitemos, ainda que sem motivo, os inocentes; traguemo-los vivos, como o abismo, e inteiros, como os que descem à cova; acharemos toda sorte de bens preciosos, encheremos de despojos a nossa casa; lança a tua sorte entre nós; teremos uma só bolsa. Filho meu, não te ponhas a caminho com eles; guarda das suas veredas os pés; porque os seus pés correm para o mal e se apressam a derramar sangue" (Provérbios 1:10-16). Infelizmente, observamos a mesma tragédia espiritual na vida de muitas pessoas hoje. Quantos jovens são induzidos a usar drogas, ou até de se tornar traficantes, pela influência de "amigos"? Quantos se integram a gangues e acabam cometendo vários tipos de crime?
Algumas amizades precisam ser totalmente evitadas:"Bem-aventurado o homem que não anda no conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores" (Salmo 1:1). Quando outros querem nos conduzir ao erro, precisamos sair correndo: "Foge da presença do homem insensato, porque nele não divisarás lábios de conhecimento. A sabedoria do prudente é entender o seu próprio caminho, mas a estultícia dos insensatos é enganadora. Os loucos zombam do pecado, mas entre os retos há boa vontade" (Provérbios 14:7-9).
Alguns dos amigos mais perigosos são aqueles que sempre concordam conosco, apoiando-nos mesmo nas coisas erradas. "Melhor é ouvir a repreensão do sábio do que ouvir a canção do insensato" (Eclesiastes 7:5). O amigo verdadeiro nos corrige, e a pessoa sábia procura ter amigos com coragem e convicção para a repreender quando for necessário. Por outro lado, o insensato evita pessoas que corrigem e criticam, procurando aprovação acima de sabedoria. "O escarnecedor não ama àquele que o repreende, nem se chegará para os sábios... O coração sábio procura o conhecimento, mas a boca dos insensatos se apascenta de estultícia" (Provérbios 15:12,14). Ninguém gosta de ser corrigido, mas todos nós precisamos de amigos que nos amam tanto que mostram os nossos erros: "Melhor é a repreensão franca do que o amor encoberto. Leais são as feridas feitas pelo que ama, porém os beijos de quem odeia são enganosos" (Provérbios 27:5-6).
Paulo mostrou aos coríntios que, mesmo entre pessoas religiosas, é necessário evitar influências negativas: "Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes" (1 Coríntios 15:33). No caso dos coríntios, alguns irmãos estavam espalhando doutrinas falsas, negando a ressurreição dos mortos. O fato de alguém participar de uma igreja ou se dizer cristão não é garantia de uma amizade saudável e edificante. Alguns aproveitam a amizade para induzir outros a aceitar doutrinas e religiões falsas. Moisés avisou sobre parentes e amigos que incentivam os servos de Deus a servir outros deuses e mandou que não concordassem, nem ouvissem, nem olhassem com piedade para aqueles falsos professores (Deuteronômio 13:6-8). Temos que julgar a árvore pelos frutos (Mateus 7:15-20), retendo o que é bom e nos abstendo de toda forma de mal (1 Tessalonicenses 5:21-22).
Uma vez que escolhemos bons amigos, devemos ser bons amigos! As Escrituras nos aconselham sobre as responsabilidades de companheiros fiéis. Amigos contam com a presença uns dos outros: "Mais vale o vizinho perto do que o irmão longe" (Provérbios 27:10). "O olhar de amigo alegra ao coração; as boas-novas fortalecem até os ossos" (Provérbios 15:30). Por outro lado, não devemos abusar da amizade, causando aborrecimentos: "Não sejas freqüente na casa do teu próximo, para que não se enfade de ti e te aborreça" (Provérbios 25:17). Não devemos abandonar nem trair os nossos amigos (Provérbios 27:10). Amigos verdadeiros não são interesseiros, mas aqueles companheiros fiéis que ficam nos bons tempos e nos maus: "Em todo tempo ama o amigo, e na angústia se faz o irmão" (Provérbios 17:17). A amizade verdadeira traz benefícios mútuos: "Como o ferro com o ferro se afia, assim, o homem, ao seu amigo" (Provérbios 27:17).
As orientações bíblicas são valiosas para nos guiar em fazer e manter boas amizades.
Exemplos de amizades boas e más
Deus nos ensina, também, por exemplos. Três gerações da mesma família servem como exemplos de amizades boas e más. Considere estes casos:
Davi e Jônatas. Talvez a mais conhecida amizade na história seja a de Davi com Jônatas, filho do rei Saul. O ciumento rei tentou matar o jovem Davi, escolhido por Deus como seu sucessor. Pelo mesmo motivo, Jônatas poderia ter olhado para Davi com inveja ou ódio. Se Deus não tivesse nomeado Davi, o próprio Jônatas seria rei depois da morte de Saul. Mas Jônatas não mostrou tais atitudes. Ele manteve uma amizade especial com Davi durante toda a sua vida. Quando Saul tentou matar Davi, foi Jônatas quem protegeu o seu amigo (1 Samuel 20). Davi lamentou amargamente a morte deste amigo excepcional (2 Samuel 1:17-27). Mesmo depois da morte de Jônatas, Davi mostrou bondade para com seu filho aleijado, Mefibosete (2 Samuel 9).
Amnon e Jonadabe. Amnon, um dos filhos de Davi, não escolheu seus amigos como o fez o seu pai. Ao invés de cultivar amizades boas e saudáveis, ele escolheu como companheiro seu primo Jonadabe (2 Samuel 13:3). Quando Amnon falou com este amigo sobre os seus desejos errados pela própria irmã, Jonadabe teve uma oportunidade excelente para corrigir e ajudar o seu primo. Infelizmente, ele fez ao contrário. Ele "ajudou" Amnon a descobrir uma maneira de estuprar a própria irmã! Além de levar Amnon a humilhar e odiar a moça inocente e a magoar profundamente o seu pai (2 Samuel 13:4-21), o conselho de Jonadabe levou, afinal, à morte do próprio Amnon (2 Samuel 13:22-36). Jonadabe até teve coragem de tentar confortar Davi depois da morte de Amnon! Que amigo!
Roboão e seus colegas. Roboão, neto de Davi, se tornou rei depois da morte de Salomão. No início do seu reinado, ele procurou conselho de várias pessoas antes de tomar uma decisão importantíssima. Ele valorizou a amizade com seus colegas acima da sabedoria dos homens mais velhos e experientes (1 Reis 12:7-11). A "ajuda" destes amigos contribuiu para a divisão do reino e diminuiu muito a influência de Roboão. Nossos amigos podem falar coisas que nos agradam, mas devemos dar ouvidos à sabedoria de pessoas mais sábias!
O que aprendemos?
De tudo que a Bíblia fala sobre amizades, devemos aproveitar algumas lições importantes. Entre elas:
Œ Escolher cuidadosamente os nossos amigos, evitando amizades que nos levariam ao pecado.
Valorizar amigos que nos corrigem quando erramos.
Ž Cortar amizades que prejudicam a nossa vida espiritual, especialmente quando os "amigos" incentivam o pecado e participação em religiões falsas.
Ser amigos fiéis e de confiança, especialmente nos momentos difíceis quando os amigos mais precisam de nós.
Sempre manter nossa relação com Deus acima de qualquer amizade humana, confessando a nossa fé no meio de uma geração perversa.
Quando se trata de amizade, devemos valorizar qualidade, e não quantidade: "O homem que tem muitos amigos sai perdendo, mas há amigo mais chegado do que um irmão" (Provérbios 18:24)
Na Bíblia, Deus nos orienta sobre amizades. Ele fala do valor dos bons amigos e adverte-nos sobre os perigos dos companheiros errados. Ele oferece instrução e apresenta exemplos que nos ensinam. Estas orientações valem para os jovens que ainda estão escolhendo o seu rumo, e também ajudam os adultos no seu caminho pela vida.
Instruções sobre amizades
As Escrituras nos orientam sobre a escolha e o tratamento dos nossos amigos. Amigos têm muita influência em nossas vidas: "O justo serve de guia para o seu companheiro, mas o caminho dos perversos os faz errar" (Provérbios 12:26). Por este motivo, a escolha de companheiros é um assunto de grande importância: "Quem anda com os sábios será sábio, mas o companheiro dos insensatos se tornará mau" (Provérbios 13:20). No final de contas, nossas escolhas não envolvem apenas pessoas, mas decidem a nossa direção na vida e na eternidade. Tiago frisou bem este fato quando perguntou: "Infiéis, não compreendeis que a amizade do mundo é inimiga de Deus? Aquele, pois, que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus" (Tiago 4:4). O mesmo livro fala de um homem de grande fé que rejeitou os caminhos errados de outros homens e mostrou a sua lealdade ao Senhor. O resultado desta escolha de Abraão? "Foi chamado amigo de Deus" (Tiago 2:23). Devemos escolher bons amigos que nos ajudarão, especialmente em termos espirituais.
É fácil escolher mal. Muitas pessoas que não amam a Deus e não respeitam a palavra dele nos oferecem a sua amizade. Às vezes, podemos influenciar tais pessoas pela nossa fé e o exemplo de uma vida reta. O próprio Jesus fez questão de ter contato com pecadores, oferecendo-lhes a palavra eterna da salvação (Lucas 15:1; Mateus 9:10-13). O perigo vem quando não confessamos a nossa fé no meio de uma geração perversa (Marcos 8:38). Ao invés de conduzir outros a Cristo, deixamos as más influências nos corromperem.
Algumas pessoas querem nos induzir a pecar contra Deus. "Filho meu, se os pecadores querem seduzir-te, não o consintas. Se disserem: Vem conosco, embosquemo-nos para derramar sangue, espreitemos, ainda que sem motivo, os inocentes; traguemo-los vivos, como o abismo, e inteiros, como os que descem à cova; acharemos toda sorte de bens preciosos, encheremos de despojos a nossa casa; lança a tua sorte entre nós; teremos uma só bolsa. Filho meu, não te ponhas a caminho com eles; guarda das suas veredas os pés; porque os seus pés correm para o mal e se apressam a derramar sangue" (Provérbios 1:10-16). Infelizmente, observamos a mesma tragédia espiritual na vida de muitas pessoas hoje. Quantos jovens são induzidos a usar drogas, ou até de se tornar traficantes, pela influência de "amigos"? Quantos se integram a gangues e acabam cometendo vários tipos de crime?
Algumas amizades precisam ser totalmente evitadas:"Bem-aventurado o homem que não anda no conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores" (Salmo 1:1). Quando outros querem nos conduzir ao erro, precisamos sair correndo: "Foge da presença do homem insensato, porque nele não divisarás lábios de conhecimento. A sabedoria do prudente é entender o seu próprio caminho, mas a estultícia dos insensatos é enganadora. Os loucos zombam do pecado, mas entre os retos há boa vontade" (Provérbios 14:7-9).
Alguns dos amigos mais perigosos são aqueles que sempre concordam conosco, apoiando-nos mesmo nas coisas erradas. "Melhor é ouvir a repreensão do sábio do que ouvir a canção do insensato" (Eclesiastes 7:5). O amigo verdadeiro nos corrige, e a pessoa sábia procura ter amigos com coragem e convicção para a repreender quando for necessário. Por outro lado, o insensato evita pessoas que corrigem e criticam, procurando aprovação acima de sabedoria. "O escarnecedor não ama àquele que o repreende, nem se chegará para os sábios... O coração sábio procura o conhecimento, mas a boca dos insensatos se apascenta de estultícia" (Provérbios 15:12,14). Ninguém gosta de ser corrigido, mas todos nós precisamos de amigos que nos amam tanto que mostram os nossos erros: "Melhor é a repreensão franca do que o amor encoberto. Leais são as feridas feitas pelo que ama, porém os beijos de quem odeia são enganosos" (Provérbios 27:5-6).
Paulo mostrou aos coríntios que, mesmo entre pessoas religiosas, é necessário evitar influências negativas: "Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes" (1 Coríntios 15:33). No caso dos coríntios, alguns irmãos estavam espalhando doutrinas falsas, negando a ressurreição dos mortos. O fato de alguém participar de uma igreja ou se dizer cristão não é garantia de uma amizade saudável e edificante. Alguns aproveitam a amizade para induzir outros a aceitar doutrinas e religiões falsas. Moisés avisou sobre parentes e amigos que incentivam os servos de Deus a servir outros deuses e mandou que não concordassem, nem ouvissem, nem olhassem com piedade para aqueles falsos professores (Deuteronômio 13:6-8). Temos que julgar a árvore pelos frutos (Mateus 7:15-20), retendo o que é bom e nos abstendo de toda forma de mal (1 Tessalonicenses 5:21-22).
Uma vez que escolhemos bons amigos, devemos ser bons amigos! As Escrituras nos aconselham sobre as responsabilidades de companheiros fiéis. Amigos contam com a presença uns dos outros: "Mais vale o vizinho perto do que o irmão longe" (Provérbios 27:10). "O olhar de amigo alegra ao coração; as boas-novas fortalecem até os ossos" (Provérbios 15:30). Por outro lado, não devemos abusar da amizade, causando aborrecimentos: "Não sejas freqüente na casa do teu próximo, para que não se enfade de ti e te aborreça" (Provérbios 25:17). Não devemos abandonar nem trair os nossos amigos (Provérbios 27:10). Amigos verdadeiros não são interesseiros, mas aqueles companheiros fiéis que ficam nos bons tempos e nos maus: "Em todo tempo ama o amigo, e na angústia se faz o irmão" (Provérbios 17:17). A amizade verdadeira traz benefícios mútuos: "Como o ferro com o ferro se afia, assim, o homem, ao seu amigo" (Provérbios 27:17).
As orientações bíblicas são valiosas para nos guiar em fazer e manter boas amizades.
Exemplos de amizades boas e más
Deus nos ensina, também, por exemplos. Três gerações da mesma família servem como exemplos de amizades boas e más. Considere estes casos:
Davi e Jônatas. Talvez a mais conhecida amizade na história seja a de Davi com Jônatas, filho do rei Saul. O ciumento rei tentou matar o jovem Davi, escolhido por Deus como seu sucessor. Pelo mesmo motivo, Jônatas poderia ter olhado para Davi com inveja ou ódio. Se Deus não tivesse nomeado Davi, o próprio Jônatas seria rei depois da morte de Saul. Mas Jônatas não mostrou tais atitudes. Ele manteve uma amizade especial com Davi durante toda a sua vida. Quando Saul tentou matar Davi, foi Jônatas quem protegeu o seu amigo (1 Samuel 20). Davi lamentou amargamente a morte deste amigo excepcional (2 Samuel 1:17-27). Mesmo depois da morte de Jônatas, Davi mostrou bondade para com seu filho aleijado, Mefibosete (2 Samuel 9).
Amnon e Jonadabe. Amnon, um dos filhos de Davi, não escolheu seus amigos como o fez o seu pai. Ao invés de cultivar amizades boas e saudáveis, ele escolheu como companheiro seu primo Jonadabe (2 Samuel 13:3). Quando Amnon falou com este amigo sobre os seus desejos errados pela própria irmã, Jonadabe teve uma oportunidade excelente para corrigir e ajudar o seu primo. Infelizmente, ele fez ao contrário. Ele "ajudou" Amnon a descobrir uma maneira de estuprar a própria irmã! Além de levar Amnon a humilhar e odiar a moça inocente e a magoar profundamente o seu pai (2 Samuel 13:4-21), o conselho de Jonadabe levou, afinal, à morte do próprio Amnon (2 Samuel 13:22-36). Jonadabe até teve coragem de tentar confortar Davi depois da morte de Amnon! Que amigo!
Roboão e seus colegas. Roboão, neto de Davi, se tornou rei depois da morte de Salomão. No início do seu reinado, ele procurou conselho de várias pessoas antes de tomar uma decisão importantíssima. Ele valorizou a amizade com seus colegas acima da sabedoria dos homens mais velhos e experientes (1 Reis 12:7-11). A "ajuda" destes amigos contribuiu para a divisão do reino e diminuiu muito a influência de Roboão. Nossos amigos podem falar coisas que nos agradam, mas devemos dar ouvidos à sabedoria de pessoas mais sábias!
O que aprendemos?
De tudo que a Bíblia fala sobre amizades, devemos aproveitar algumas lições importantes. Entre elas:
Œ Escolher cuidadosamente os nossos amigos, evitando amizades que nos levariam ao pecado.
Valorizar amigos que nos corrigem quando erramos.
Ž Cortar amizades que prejudicam a nossa vida espiritual, especialmente quando os "amigos" incentivam o pecado e participação em religiões falsas.
Ser amigos fiéis e de confiança, especialmente nos momentos difíceis quando os amigos mais precisam de nós.
Sempre manter nossa relação com Deus acima de qualquer amizade humana, confessando a nossa fé no meio de uma geração perversa.
Quando se trata de amizade, devemos valorizar qualidade, e não quantidade: "O homem que tem muitos amigos sai perdendo, mas há amigo mais chegado do que um irmão" (Provérbios 18:24)
terça-feira, 1 de junho de 2010
avivamento e caráter
O Senhor tem uma proposta de restauração. Enquanto o diabo tem um sistema de deformação. O sistema de deformação de satanás consiste no princípio da sanguessuga: “A sanguessuga tem duas filhas, a saber: Dá, dá. Há três coisas que não se fartam, sim, quatro que não dizem: Basta: A sepultura, a madre estéril, a terra que não se farta, e o fogo, que nunca diz: Basta”. ( Provérbios 30: 15 – 16)
Este princípio com que a pessoa só pense nela, só pense em tirar vantagem, só queira benefícios sem levar em consideração as implicações deles decorrentes. Nós temos convivido com pessoas de caráter deformado no decorrer de nossa história. Se fizermos um estudo da história humana, veremos que pessoas como Adholf Hitler e outros grandes “conquistores” possuíam características deformadas de caráter. Muitos deles usavam as mesmas como “molas propulsoras” para suas conquistas. A humanidade aprendeu a conviver com estas deformações com certa passividade.
Embora não concordasse com tais qualidades, permitia sua permanência porque, de alguma forma, se sentia beneficiada por elas. A Alemanha era uma nação “forte”. Tinha espírito de conquista. Soberania. Comia migalhas e achava que era tudo. Muitas vezes, a Igreja possui esta passividade, tendo líderes com caráter deformado.
O referencial da Igreja é Cristo. É compreensível que o mundo adote estes homens e os aceitem com certa normalidade, mas a Igreja tem um referencial elevado: Jesus Cristo. Ele deixou passos, ensinamentos, uma série de elementos e objetivos para direcionar a sua Igreja.
A Igreja foi projetada para ser uma comunidade terapêutica, com uma proposta radical e confrontante, uma proposta em que não se pode aceitar tais deformações, porque o parâmetro de caráter e liderança é Jesus. Um dos traços de deformação é a incapacidade de conviver no espaço delimitado por Deus.
A deformação vai entrando na Igreja e tornando-se aceitável em relação á, de obreiros etc. Começa a surgir uma troca nos princípios de Deus. A Igreja assume as bênçãos aparentes da vida dessas pessoas sem confrontar seu caráter. O querer a bênção é um sentimento legítimo, mas não devemos nos deixar embriagar por ele, a tal ponto que a bênção deturpe nosso sentido de interpretação, de análise e de coerência. Muitas vezes, nos deixamos embriagar por bênçãos e esse embebedamento cega-nos ao ponto de não vermos criteriosamente, na nossa vida e nas pessoas que nos cercam, alguma situação de deformação de caráter.
A igreja deve ser o referencial saudável da sociedade, porque tem a vida de Jesus. Ela não deve ser vendida por bênçãos ou por interesses políticos. Ela não deve ser vendida por bênçãos ou interesses políticos. Ela faz história quando é formada por homens de caráter inflexível, que não se dobram diante de homem algum, de interesses pessoais ou quaisquer coisas que comprometam os princípios que Jesus estabeleceu.
Muitos homens de Deus foram até o fim em suas convicções em Cristo, foram para prisões, foram espancados, mas mantiveram o testemunho de Jesus até o derradeiro dia de suas vidas. Foram marcados em seus corpos com dor, com sofrimento, isolamento e alguns até com a morte, mas foram fiéis. Não esqueceram da cruz em troca de favores, conforto ou benefícios. É de homens assim que a Igreja precisa. A Igreja deve ser o sal da terra. Ser composta de homens e mulheres de integridade que não se flexionam para os desejos carnais.
Trecho extraído do Livro Avivamento
Bispo Robson Rodovalho
Igreja Sara Nossa Terra
Este princípio com que a pessoa só pense nela, só pense em tirar vantagem, só queira benefícios sem levar em consideração as implicações deles decorrentes. Nós temos convivido com pessoas de caráter deformado no decorrer de nossa história. Se fizermos um estudo da história humana, veremos que pessoas como Adholf Hitler e outros grandes “conquistores” possuíam características deformadas de caráter. Muitos deles usavam as mesmas como “molas propulsoras” para suas conquistas. A humanidade aprendeu a conviver com estas deformações com certa passividade.
Embora não concordasse com tais qualidades, permitia sua permanência porque, de alguma forma, se sentia beneficiada por elas. A Alemanha era uma nação “forte”. Tinha espírito de conquista. Soberania. Comia migalhas e achava que era tudo. Muitas vezes, a Igreja possui esta passividade, tendo líderes com caráter deformado.
O referencial da Igreja é Cristo. É compreensível que o mundo adote estes homens e os aceitem com certa normalidade, mas a Igreja tem um referencial elevado: Jesus Cristo. Ele deixou passos, ensinamentos, uma série de elementos e objetivos para direcionar a sua Igreja.
A Igreja foi projetada para ser uma comunidade terapêutica, com uma proposta radical e confrontante, uma proposta em que não se pode aceitar tais deformações, porque o parâmetro de caráter e liderança é Jesus. Um dos traços de deformação é a incapacidade de conviver no espaço delimitado por Deus.
A deformação vai entrando na Igreja e tornando-se aceitável em relação á, de obreiros etc. Começa a surgir uma troca nos princípios de Deus. A Igreja assume as bênçãos aparentes da vida dessas pessoas sem confrontar seu caráter. O querer a bênção é um sentimento legítimo, mas não devemos nos deixar embriagar por ele, a tal ponto que a bênção deturpe nosso sentido de interpretação, de análise e de coerência. Muitas vezes, nos deixamos embriagar por bênçãos e esse embebedamento cega-nos ao ponto de não vermos criteriosamente, na nossa vida e nas pessoas que nos cercam, alguma situação de deformação de caráter.
A igreja deve ser o referencial saudável da sociedade, porque tem a vida de Jesus. Ela não deve ser vendida por bênçãos ou por interesses políticos. Ela não deve ser vendida por bênçãos ou interesses políticos. Ela faz história quando é formada por homens de caráter inflexível, que não se dobram diante de homem algum, de interesses pessoais ou quaisquer coisas que comprometam os princípios que Jesus estabeleceu.
Muitos homens de Deus foram até o fim em suas convicções em Cristo, foram para prisões, foram espancados, mas mantiveram o testemunho de Jesus até o derradeiro dia de suas vidas. Foram marcados em seus corpos com dor, com sofrimento, isolamento e alguns até com a morte, mas foram fiéis. Não esqueceram da cruz em troca de favores, conforto ou benefícios. É de homens assim que a Igreja precisa. A Igreja deve ser o sal da terra. Ser composta de homens e mulheres de integridade que não se flexionam para os desejos carnais.
Trecho extraído do Livro Avivamento
Bispo Robson Rodovalho
Igreja Sara Nossa Terra
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