As máscaras estão caindo!
Escrito por Janelão Gospel
Seg, 03 de Maio de 2010 10:43
Mt. 12:34 diz: "Raça de víboras, como podeis vós dizer boas coisas, sendo maus?"
Existia, já na época em que o Nosso Senhor Jesus esteve aqui em carne,um grupo de pessoas que assumiam, aparentemente, um compromisso com as coisas de Deus (na verdade com a religião) e que gostavam de ser bem vistospela sociedade. Uma classe de pessoas que, com uma moral artificial, até diziam coisas boas, mas, como vimos no versículo acima, eram reprovados por Deus. Hoje não é diferente. Sem julgar ou condenar alguém, gostaríamos de reprovar algumas obras más (como fez o Ap. Paulo). Considero (eu) que, o rumo que a igreja tomou nos últimos anos, (com esse método de "justiça aparente", e adotado até inocentemente por algumas pessoas, que na sede de agradar a Deus, e por ensinos errados, enveredaram-se por este caminho falso) deve-se totalmente a isso! Conseguimos ver hoje, igrejas totalmente cheias, bonitas, de todos os nomes e pra todos os gostos, porém, a formalidade impera na grande maioria delas, e o grande mal disso tudo que que é o que está em Gl. 6:12 "Todos os que querem mostrar boa aparência na carne, esses vos obrigam a circuncidar-vos, (hoje, seria cumprir leis e rituais humanos) somente para não serem perseguidos por causa da cruz de Cristo." Esse versículo revela que, quando queremos mostrar boa aparência na carne, obrigando os outros a também fazer o mesmo, querem tão somente purificar sua consciência diante dos homens, deixando de se procupar com a reta justiça. Por isso Jesus ensinou em Jo.7:24 "Não julgai segundo a aparência, mas julgai segundo a reta justiça". A igreja tomou um rumo onde a maior preocupação é a santidade aparente. Com o que o homem vai pensar de mim, e não com o que Deus pensa de mim, e considero que, isso foi fatal para que, hoje a igreja estivesse enfrentando tamanha crise. E o pior é isso acontece com líderes, que ainda dormentes pelo "dever aparente realizado" que a religião exige, continuam espalhando esta visão contrária a palavra de Deus e fatal! Em 2Co.2:17 o Ap. Paulo chama de falsificadores da palvra, porque falam de Deus, sem andar na presença de Deus, desprezando o mais importante, a Reta Justiça, como disse Jesus. Já passou da hora de revermos os conceitos e andarmos segundo a palavra e não segundo o que achamos o que é certo!, e começarmos a ensinar como Jesus ensinava:
Lc.20:21 "E perguntaram-lhe, dizendo: Mestre, nós sabemos que falas e ensinas bem e retamente, e que não consideras a aparência da pessoa, mas ensinas com verdade o caminho de Deus. "
As máscaras estão caindo (Parte 2)
(João 7:24) - Não julgueis segundo a aparência, mas julgai segundo a reta justiça.
Palavras de Jesus mandando não julgar pela aparência e sim pelas atitudes. Se Jesus disse isso, quem julga pela aparência não se parece com Ele!!
(II Corintios 5:12) - Porque não nos recomendamos outra vez a vós; mas damo-vos ocasião de vos gloriardes de nós, para que tenhais que responder aos que se gloriam na aparência e não no coração.
Ap. Paulo dando resposta, instruindo que ninguem glorie-se de si mesmo, para que tivessem o que responder aos que se gloriavam na aparência, porque alguns se gloriavam na aparência e não no coração...
Por isso continuo afirmando, como ja afirmei na primeira mensagem, que quem cumpre as suas obrigações na aparência, corre o risco de satisfazer sua consciência e esquecer do mais importante. Jesus reprovou isso com os fariseus em Mt.23:23 - "Dão o dízimo do cuminho, da hortelã e do cuentro e esquecem do amor e da misericórdia!..."
Jesus não disse pra parar de dar o dízimo, mas ai é que mora o perigo de ser justo na aparência, a pessoa dificilmente consegue não esquecer o mais importante, pois sua consciência se realiza na justiça aparente.
(II Corintios 10:7) - Olhais para as coisas segundo a aparência? Se alguém confia de si mesmo que é de Cristo, pense outra vez isto consigo, que, assim como ele é de Cristo, também nós de Cristo somos.
Pra dizer isso, com certeza algum irmão meio fariseu estava julgando o Ap. Paulo segundo a aprência (vers.2), pois ele diz para o tal repensar, pois na aparência eram diferentes, porem ambos eram de Cristo!...
(Gálatas 2:6) - E, quanto àqueles que pareciam ser alguma coisa (quais tenham sido noutro tempo, não se me dá; Deus não aceita a parência do homem), esses, digo, que pareciam ser alguma coisa, nada me comunicaram;
Talvez o Ap. Paulo tenha chegado nesta igreja e encontrado pastores e líderes todos bem engomados, vestindo as gravatas mais evangélicas da época, com carteirinha da igreja e tudo. Só que na hora que ele estava indo embora, chegou a uma conclusão: "Puxa!!, pareciam ser alguma coisa, mas no fim tudo que eu aprendi com eles foi: NADA!!!". Ele ainda faz um comentário seríssimo e que muitos deveriam meditar nisso: "DEUS NÃO ACEITA APARÊNCIA DO HOMEM!!!"
(Gálatas 6:12) - Todos os que querem mostrar boa aparência na carne, esses vos obrigam a circuncidar-vos, somente para não serem perseguidos por causa da cruz de Cristo.
E o pior é que os querem mostrar uma boa aparência na carne, obrigam as pessoas fazerem o mesmo. Está cheio de igreja que quer dar uma ajudinha pra Deus, e isso é ruim. Eu escutei de um irmão a seguinte frase: "Na minha igreja tem que ter doutrina, pois se não tiver, as irmãs abusam dos "decotes"!! Foi por isso que o Ap. Paulo disse que a verdadeira circuncisão é a do Coração e não a da Carne!! (Rm 2:29). Minha esposa não usa decotes e não é pela doutrina da igreja, é pelo Espírito de Deus, não pela circuncisão da carne, mas do coração!!
(Colossenses 2:23) - As quais têm, na verdade, alguma aparência de sabedoria, em devoção voluntária, humildade, e em disciplina do corpo, mas não são de valor algum senão para a satisfação da carne.
Esse comentário do Ap. é demais de bom!! - APARÊNCIA DE SABEDORIA!!! e DISCIPLINA DO CORPO!!!
não adiantam nada, a não ser para satisfazer a própria carne!! Irmãos! vamos nos transformar, renovando o nosso entendimento em Deus!!!(Rm12:2)
(Colossenses 3:22) - Vós, servos, obedecei em tudo a vossos senhores segundo a carne, não servindo só na aparência, como para agradar aos homens, mas em simplicidade de coração, temendo a Deus.
Esse vers. prova que o servir na aparência serve para agradar aos homens!!! e isso até com os nossos senhores aqui na terra. É como numa firma, onde vc odeia o serviço, mais faz tudo "certinho" só para que os outros funcionário admirem vc!!
(II Timóteo 3:5) - Tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te.
Por último, o Ap. manda que, ao percebermos que uma pessoa tem aparência de pessoa boa, "se veste como um deles", mas no dia a dia é outra coisa, nós devemos nos afasta desses, pois para Deus o que importa é o dia a dia, pois vestir uma roupa de crente e se comportar como crente na igreja é muito facil!!!
Está mais doque provado irmãos, infelizmente, estará cheio de artigos evangélicos no inferno, pois as pessoas preferem endurecer o coração, e continuar olhando e julgando pela aparência, mesmo isso sendo tão contrário à palavra de Deus!!
sábado, 17 de julho de 2010
segunda-feira, 28 de junho de 2010
LOBOS E OVELHAS SEMELHANÇAS E DIFERENÇAS
O xamanismo é um termo genericamente usado em referência a práticas etnomédicas, mágicas, religiosas (animista, primitiva) e filosóficas (metafísica), envolvendo cura, transe, metamorfose e contato direto entre corpos e espíritos de outros xamãs, de seres míticos, de animais, dos mortos, etc.
A palavra xamã vem do russo, tungue saman corresponde à práticas dos povos não budistas das regiões asiáticas e árticas especialmente a Sibéria (região centro norte da Ásia). Apesar, como assinala Mircea Eliade da especificidade dessas práticas na região (em especial as técnicas do êxtase dos tungues, Iacutes, mongóis, turco-tártaros etc.), não existe, contudo origem histórica ou geográfica para o xamanismo como conhecido hoje, tampouco algum princípio unificador. Outros nomes para sua tradução seriam feiticeiros, médico-feiticeiros, magos, curandeiros e pajés.
Antropólogos discutem ainda na definição xamanismo a experiência biopsicossocial do transe e êxtase religioso bem como as implicações sociais da definição do xamanismo como fato social, uma tradição equivalente à magia enquanto prática individualizada relacionada aos problemas e técnicas e ciência da sobrevivência cotidiana (agricultura, caça, medicina, etc.) ou ao fenômeno religioso, abstrato, coletivo, normatizador. (Dukheim, Mauss)
Xamã
O sacerdote do xamanismo é o xamã, que geralmente entra em transe durante rituais xamânicos, manifestando poderes incomuns, invocando espíritos, plantas etc., através de objetos rituais, do próprio corpo ou do corpo de assistentes e pacientes. A comunicação com estes aspectos sutis da vida pode se processar através de estados alterados de consciência. Estados esses alcançados através de batidas de tambor, danças e até ervas enteógenas.
As variações "culturais" são muitas mas, em geral, o xamã pode ser homem ou mulher, e muitas vezes há na história pessoal desse indivíduo um desafio, como uma doença física ou mental, que se configura como um chamado, uma vocação. Depois disto há uma longa preparação, um aprendizado sobre plantas medicinais e outros métodos de cura, e sobre técnicas para atingir o estado alterado de consciência e formas de se proteger contra o descontrole.
O xamã é tido como um profundo conhecedor da natureza humana, tanto na parte física quanto psíquica.
De acordo com Eliade, entre os manchus e os tungues da Manchúria a tradição dos dons xamânicos costuma ser feita de avô para neto, pois o filho ocupa-se em prover as necessidades do pai, isso no caso dos amba saman (xamãs do clã). Os xamãs independentes seguem a sua própria vocação. O reconhecimento como xamã só pode ser feito pela comunidade inteira depois de uma prova iniciática. Ainda segundo esse autor das referências a distúrbios psicológicos (especialmente no processo de formação) o ideal iacuto de um xamã é: um homem sério, que sabe convencer os que estão à sua volta, não presunçoso nem colérico. Entre os kazak-quirguizes o baqça, guardião das tradições religiosas é também cantor, poeta, músico, adivinho, sacerdote e médico.
Talvez pela experiência do sofrimento antes da iniciação ou experiência de possessão o xamã é confundido com indivíduos portadores de distúrbio mental tipo epilepsia, histeria e psicose, Lévi-Strauss citando os estudos de Nadel e de Mauss na introdução à obra de Marcel Mauss afirma que …existe uma relação entre os distúrbios patológicos e as condutas xamanísticas, mas que consiste menos numa assimilação das segundas aos primeiros do que na necessidade de definir os distúrbios patológicos em função das condutas xamanísticas… afirma ainda, baseado em estudos comparativos, que a freqüência das neuroses e psicoses parecem aumentar nas regiões sem xamanismo e que xamanismo pode desempenhar um duplo papel frente as disposições psicopáticas: explorando-as por um lado, mas, por outro canalizando-as e estabilizando-as
O xamanismo é constante em diversas manifestações indígenas brasileiras. A palavra "pajé", de origem Tupi, se popularizou na literatura de língua portuguesa em referência ao xamã. Seu estudo, descrições de caso e comparação, tem sido recomendado para facilitar a implementação de práticas de assistência à saúde culturalmente adequadas no Brasil a cerca de 4.000 índios pertencentes a 210 povos sob a responsabilidade da FUNASA - Fundação Nacional de Saúde desde agosto de 1999
Xamanismo ou Pajelança – Comunicação com os encantados e entidades ancestrais através de cânticos, danças assim como nos índios Guarani Kaiová e utilização de instrumentos musicais (maracá, zunidores) para captura e afastamento de espíritos malignos tipo mamaés, anhangás, utilização do jejum, restrições dietéticas, reclusão do doente, além de uma série de práticas terapêuticas que incluem: o uso do tabaco (o pajé fuma grandes cachimbos) e outras plantas psicoativas, aplicação de calor e defumação, massagens, fricções, extração da doença por sucção/ vômito, escarificação no tórax e locais inflamados com bico, dentes de animais ou fragmentos de cristais
No Brasil rural e urbano, apesar da tradição multi-étnica dos ameríndios, observa-se a presença dessas práticas médicas-religiosas em comunhão com rituais católicos e espiritualistas de origem africana. Esse xamanismo é conhecido em algumas regiões como pajelança cabocla, culto aos encantados, toré, catimbó, candomblé de caboclo, em rituais de umbanda, culto a Jurema sagrada.
Atualmente no Brasil existem várias vertentes de neo-xamanismo ou xamanismo urbano, entre estas linhas diversos grupos se reúnem para estudar e trocar conhecimentos sobre o tema.
33- Amor
Físico : Prazer expressado na energia sexual - tocando - comendo - amando - cheirando - ouvindo - observando - orgasmo . Expressando-se corporalmente, algo se move na gente. Para se ter mais prazer com o mundo, com outras pessoa e com a gente mesmo.
Mental : Buscar cura real de problemas emocionais, para se comunicar melhor, para aceitar a sí mesmo e aos outros. Buscar aprender a se dar. Honestidade, estima, entendimento.
Emocional : Buscar encontrar devocão, ternura, compaixão, encanto, alegria, êxtase, paixão. Aprende-se sobre a criação, harmonia, níveis profundos.
Espiritual : Verdadeiro sentido da devoção, da transcendência, amor incondicional, aceitação, abnegação, préstimo. Ter a verdadeira dedicação para servir a Todas As Nossas Relações.
Pode-se experimentar profunda conexão com o Criador e sua Criação.
.
Frequentemente retratado pelos seres humanos como um solitário, está bem longe disso. O Lobo é um animal comunitário e com uma família amorosa, que frequentemente coloca o bem estar da matilha acima do seu próprio.
Os lobos se acasalam para a vida inteira e são companheiros e pais generosos e amorosos.
Os povos nativos respeitam o Lobo devido aos seus cuidados com o bando, seu amor à família, seus instintos protetores e por sua discriminação em caçar os animais fracos ou doentes de uma manada.
O Lobo em algumas tribos era considerado o " Totem Guardião " e um símbolo da perseverança.
O Lobo pode nos ensinar sobre compaixão e lealdade à família, amigos e crianças. É um animal bom para se trabalhar com ele, especialmente se não lhe foi ensinada a confiança, afinidade e Amor em sua família de origem. Se você vem de um lar abusivo e não funcional, o Lobo pode ensiná-lo a trocar seus padrões dolorosos e negativos adquiridos na infância, por qualidades que podem ajudá-lo a se tornar um adulto amoroso.
Trabalhar com o Lobo pode ajudar a aprender a respeito de amor saudável, perdão, intimidade, confiança, relacionamentos, comunidade, desprendimento e generosidade.
PRESTEM ATENÇÃO:
O LOBO É COMUNITARIO
O LOBO TEM UMA FAMÍLIA AMOROSA
O LOBO COLOCA O BEM ESTAR DA FAMÍLIA ACIMA DO SEU PRÓPRIO
O LOBO CAÇA SOMENTE ANIMAIS FRACOS E DOENTES (OVELHAS INSATISFEITAS?)
O LOBO "ENSINA" SOBRE:": COMPAIXÃO, AMIZADE E RELACIONAMENTO COM CRIANÇAS
ESSA É DEMAIS: QUANDO O LOBO NÃO RECEBEU CONFIANÇA, AMOR E AFINIDADE NA FAMÍLIA DE ORIGEM, TORNA-SE UM "COMPANHEIRO MELHOR"
O LOBO PODE AJUDAR PESSOAS QUE TIVERAM UM LAR DESEQUILIBRADO O RESPEITO, AMOR PERDÃO SAUDÁVEL, INTIMIDADE, CONFIANÇA, DESPRENDIMENTO E GENEROSIDADE.
As informações acima apontam para a incrível semelhança entre o amor de Deus e o amor de um lobo. Será que nós temos tanto discernimento assim para separar uma coisa da outra? Será que já recebemos amor de um lobo achando que era de Deus? Em que podemos nos apegar para estarmos seguros que estamos recebendo amor de Deus e não de um lobo?
A resposta está na Palavra de Deus
“Eis que vos envio como ovelhas entre lobos, sêde prudentes como as serpentes e símplices como as pombas.”
(Mt 10: 16)
Achei intrigante por além de Deus requerer que sejamos como ovelhas, requer que sejamos ovelhas no meio de lobos. Qual a diferença entre lobo e ovelha para que eu possa me identificar? Pensando nisso encontrei três diferenças.
Primeiramente tanto lobos como ovelhas vivem em sociedade, contudo a sociedade dos lobos é caótica, vivem em rivalidade e só vivem juntos por necessidade, enquanto a sociedade das ovelhas é pacífica e uma ajuda a outra, as mais velhas ensinando as mais jovens a perceber o perigo.
Outra distinção é o interesse, enquanto as ovelhas procuram vegetais, os lobos gostam de carne e sangue. As ovelhas não tem prazer e nem pensam no mal dos outros, já para os lobos a morte de um lobo é sinônimo de comida.
A maior distinção entre lobos e ovelhas é a existência do pastor. Os lobos não possuem pastor, eles tem que aprender sozinhos as manhas da sobrevivência, já as ovelhas possuem um pastor que é capaz de morrer pelas suas ovelhas.
Distinguir a diferença entre lobos e ovelhas é perceber como realmente estamos em locais selvagens, onde necessitamos da manha dos lobos para sobreviver. Impressionante como estamos cercados por lobos que só estam perto de você por benefício próprio, sem nenhuma consideração, onde às vezes se você se der mal pode ser vantajoso. É perceptível o sofrimento da vida solitária de um lobo dentro de uma alcatéia. Mesmo no meio de um grupo é cada um por si...
Somos lobos quando vemos o mundo na ótica do lobo, quando aprendemos as manhas de sobrevivência por ter a certeza que ninguém é por nós, que temos que nos virar para viver. A ovelha deixa de ser ovelha quando ela passa a ser carnívora, para ser carnívora ela terá que ter todo o aparato de lobo. Para sermos ovelhas no meio de lobo é necessário termos um foco diferente dos lobos, temos que ter perceber o mundo na ótica de ovelha. Vejo muitos cristãos que possuem a mesma visão de mundo de um não-cristão e que por isso tem um trato social igual ou pior do que um não-cristão.
Onde foram as ovelhas do Senhor? Nas igrejas vejo é muito lobo disfarçado de ovelhas, por não considerar uns aos outros, pelo contrário é ‘cobra comendo cobra’. Por querer o melhor para si, por pensar só em si.
Percebo que o Senhor nos envia como ovelhas no meio de lobos porque enquanto Ele, o Bom Pastor, estiver junto com suas ovelhas nenhum lobo poderá nos fazer mal. Essa é a grande diferença, não preciso pensar muito em mim, não preciso ter manhas de sobrevivência, não preciso ser maior que ninguém, e nem em querer ter maior vantagem, pois temos um pastor e nada nos faltará.
Muito interessante é que o Salmos mais conhecido é o23: “O Senhor é o meu pastor: nada me faltará. Ele me faz repousar em pastos verdejantes. Leva-me para junto das águas de descanso; refrigera-me a alma. Guia-me pelas veredas da justiça por amor do seu nome.”(Sl 23: 1-3) Repilo a idéia de alguns que interpretam “...nada me faltará..” para incluir malefícios; os malefícios vêm quando inventamos de dar uma de lobo, ou quando pelo menos trocamos nossa ótica de ovelha pela ótica do lobo. A ótica da ovelha só vê verde, só vê esperança, enquanto a ótica do lobo só vê sangue e morte.... (Por Ferreira Junior)
Queridos!
O que faz a diferença entre lobos e ovelhas é a presença do Pastor.
Eis que bem-aventurado é o homem a quem Deus corrige; não desprezes, pois, a correção do Todo-Poderoso. Pois ele faz a ferida, e ele mesmo a liga; ele fere, e as suas mãos curam. (Jó 5:17-18).
Eu tenho o privilégio de já ter sido ferido por Deus e Vc?
A palavra xamã vem do russo, tungue saman corresponde à práticas dos povos não budistas das regiões asiáticas e árticas especialmente a Sibéria (região centro norte da Ásia). Apesar, como assinala Mircea Eliade da especificidade dessas práticas na região (em especial as técnicas do êxtase dos tungues, Iacutes, mongóis, turco-tártaros etc.), não existe, contudo origem histórica ou geográfica para o xamanismo como conhecido hoje, tampouco algum princípio unificador. Outros nomes para sua tradução seriam feiticeiros, médico-feiticeiros, magos, curandeiros e pajés.
Antropólogos discutem ainda na definição xamanismo a experiência biopsicossocial do transe e êxtase religioso bem como as implicações sociais da definição do xamanismo como fato social, uma tradição equivalente à magia enquanto prática individualizada relacionada aos problemas e técnicas e ciência da sobrevivência cotidiana (agricultura, caça, medicina, etc.) ou ao fenômeno religioso, abstrato, coletivo, normatizador. (Dukheim, Mauss)
Xamã
O sacerdote do xamanismo é o xamã, que geralmente entra em transe durante rituais xamânicos, manifestando poderes incomuns, invocando espíritos, plantas etc., através de objetos rituais, do próprio corpo ou do corpo de assistentes e pacientes. A comunicação com estes aspectos sutis da vida pode se processar através de estados alterados de consciência. Estados esses alcançados através de batidas de tambor, danças e até ervas enteógenas.
As variações "culturais" são muitas mas, em geral, o xamã pode ser homem ou mulher, e muitas vezes há na história pessoal desse indivíduo um desafio, como uma doença física ou mental, que se configura como um chamado, uma vocação. Depois disto há uma longa preparação, um aprendizado sobre plantas medicinais e outros métodos de cura, e sobre técnicas para atingir o estado alterado de consciência e formas de se proteger contra o descontrole.
O xamã é tido como um profundo conhecedor da natureza humana, tanto na parte física quanto psíquica.
De acordo com Eliade, entre os manchus e os tungues da Manchúria a tradição dos dons xamânicos costuma ser feita de avô para neto, pois o filho ocupa-se em prover as necessidades do pai, isso no caso dos amba saman (xamãs do clã). Os xamãs independentes seguem a sua própria vocação. O reconhecimento como xamã só pode ser feito pela comunidade inteira depois de uma prova iniciática. Ainda segundo esse autor das referências a distúrbios psicológicos (especialmente no processo de formação) o ideal iacuto de um xamã é: um homem sério, que sabe convencer os que estão à sua volta, não presunçoso nem colérico. Entre os kazak-quirguizes o baqça, guardião das tradições religiosas é também cantor, poeta, músico, adivinho, sacerdote e médico.
Talvez pela experiência do sofrimento antes da iniciação ou experiência de possessão o xamã é confundido com indivíduos portadores de distúrbio mental tipo epilepsia, histeria e psicose, Lévi-Strauss citando os estudos de Nadel e de Mauss na introdução à obra de Marcel Mauss afirma que …existe uma relação entre os distúrbios patológicos e as condutas xamanísticas, mas que consiste menos numa assimilação das segundas aos primeiros do que na necessidade de definir os distúrbios patológicos em função das condutas xamanísticas… afirma ainda, baseado em estudos comparativos, que a freqüência das neuroses e psicoses parecem aumentar nas regiões sem xamanismo e que xamanismo pode desempenhar um duplo papel frente as disposições psicopáticas: explorando-as por um lado, mas, por outro canalizando-as e estabilizando-as
O xamanismo é constante em diversas manifestações indígenas brasileiras. A palavra "pajé", de origem Tupi, se popularizou na literatura de língua portuguesa em referência ao xamã. Seu estudo, descrições de caso e comparação, tem sido recomendado para facilitar a implementação de práticas de assistência à saúde culturalmente adequadas no Brasil a cerca de 4.000 índios pertencentes a 210 povos sob a responsabilidade da FUNASA - Fundação Nacional de Saúde desde agosto de 1999
Xamanismo ou Pajelança – Comunicação com os encantados e entidades ancestrais através de cânticos, danças assim como nos índios Guarani Kaiová e utilização de instrumentos musicais (maracá, zunidores) para captura e afastamento de espíritos malignos tipo mamaés, anhangás, utilização do jejum, restrições dietéticas, reclusão do doente, além de uma série de práticas terapêuticas que incluem: o uso do tabaco (o pajé fuma grandes cachimbos) e outras plantas psicoativas, aplicação de calor e defumação, massagens, fricções, extração da doença por sucção/ vômito, escarificação no tórax e locais inflamados com bico, dentes de animais ou fragmentos de cristais
No Brasil rural e urbano, apesar da tradição multi-étnica dos ameríndios, observa-se a presença dessas práticas médicas-religiosas em comunhão com rituais católicos e espiritualistas de origem africana. Esse xamanismo é conhecido em algumas regiões como pajelança cabocla, culto aos encantados, toré, catimbó, candomblé de caboclo, em rituais de umbanda, culto a Jurema sagrada.
Atualmente no Brasil existem várias vertentes de neo-xamanismo ou xamanismo urbano, entre estas linhas diversos grupos se reúnem para estudar e trocar conhecimentos sobre o tema.
33- Amor
Físico : Prazer expressado na energia sexual - tocando - comendo - amando - cheirando - ouvindo - observando - orgasmo . Expressando-se corporalmente, algo se move na gente. Para se ter mais prazer com o mundo, com outras pessoa e com a gente mesmo.
Mental : Buscar cura real de problemas emocionais, para se comunicar melhor, para aceitar a sí mesmo e aos outros. Buscar aprender a se dar. Honestidade, estima, entendimento.
Emocional : Buscar encontrar devocão, ternura, compaixão, encanto, alegria, êxtase, paixão. Aprende-se sobre a criação, harmonia, níveis profundos.
Espiritual : Verdadeiro sentido da devoção, da transcendência, amor incondicional, aceitação, abnegação, préstimo. Ter a verdadeira dedicação para servir a Todas As Nossas Relações.
Pode-se experimentar profunda conexão com o Criador e sua Criação.
.
Frequentemente retratado pelos seres humanos como um solitário, está bem longe disso. O Lobo é um animal comunitário e com uma família amorosa, que frequentemente coloca o bem estar da matilha acima do seu próprio.
Os lobos se acasalam para a vida inteira e são companheiros e pais generosos e amorosos.
Os povos nativos respeitam o Lobo devido aos seus cuidados com o bando, seu amor à família, seus instintos protetores e por sua discriminação em caçar os animais fracos ou doentes de uma manada.
O Lobo em algumas tribos era considerado o " Totem Guardião " e um símbolo da perseverança.
O Lobo pode nos ensinar sobre compaixão e lealdade à família, amigos e crianças. É um animal bom para se trabalhar com ele, especialmente se não lhe foi ensinada a confiança, afinidade e Amor em sua família de origem. Se você vem de um lar abusivo e não funcional, o Lobo pode ensiná-lo a trocar seus padrões dolorosos e negativos adquiridos na infância, por qualidades que podem ajudá-lo a se tornar um adulto amoroso.
Trabalhar com o Lobo pode ajudar a aprender a respeito de amor saudável, perdão, intimidade, confiança, relacionamentos, comunidade, desprendimento e generosidade.
PRESTEM ATENÇÃO:
O LOBO É COMUNITARIO
O LOBO TEM UMA FAMÍLIA AMOROSA
O LOBO COLOCA O BEM ESTAR DA FAMÍLIA ACIMA DO SEU PRÓPRIO
O LOBO CAÇA SOMENTE ANIMAIS FRACOS E DOENTES (OVELHAS INSATISFEITAS?)
O LOBO "ENSINA" SOBRE:": COMPAIXÃO, AMIZADE E RELACIONAMENTO COM CRIANÇAS
ESSA É DEMAIS: QUANDO O LOBO NÃO RECEBEU CONFIANÇA, AMOR E AFINIDADE NA FAMÍLIA DE ORIGEM, TORNA-SE UM "COMPANHEIRO MELHOR"
O LOBO PODE AJUDAR PESSOAS QUE TIVERAM UM LAR DESEQUILIBRADO O RESPEITO, AMOR PERDÃO SAUDÁVEL, INTIMIDADE, CONFIANÇA, DESPRENDIMENTO E GENEROSIDADE.
As informações acima apontam para a incrível semelhança entre o amor de Deus e o amor de um lobo. Será que nós temos tanto discernimento assim para separar uma coisa da outra? Será que já recebemos amor de um lobo achando que era de Deus? Em que podemos nos apegar para estarmos seguros que estamos recebendo amor de Deus e não de um lobo?
A resposta está na Palavra de Deus
“Eis que vos envio como ovelhas entre lobos, sêde prudentes como as serpentes e símplices como as pombas.”
(Mt 10: 16)
Achei intrigante por além de Deus requerer que sejamos como ovelhas, requer que sejamos ovelhas no meio de lobos. Qual a diferença entre lobo e ovelha para que eu possa me identificar? Pensando nisso encontrei três diferenças.
Primeiramente tanto lobos como ovelhas vivem em sociedade, contudo a sociedade dos lobos é caótica, vivem em rivalidade e só vivem juntos por necessidade, enquanto a sociedade das ovelhas é pacífica e uma ajuda a outra, as mais velhas ensinando as mais jovens a perceber o perigo.
Outra distinção é o interesse, enquanto as ovelhas procuram vegetais, os lobos gostam de carne e sangue. As ovelhas não tem prazer e nem pensam no mal dos outros, já para os lobos a morte de um lobo é sinônimo de comida.
A maior distinção entre lobos e ovelhas é a existência do pastor. Os lobos não possuem pastor, eles tem que aprender sozinhos as manhas da sobrevivência, já as ovelhas possuem um pastor que é capaz de morrer pelas suas ovelhas.
Distinguir a diferença entre lobos e ovelhas é perceber como realmente estamos em locais selvagens, onde necessitamos da manha dos lobos para sobreviver. Impressionante como estamos cercados por lobos que só estam perto de você por benefício próprio, sem nenhuma consideração, onde às vezes se você se der mal pode ser vantajoso. É perceptível o sofrimento da vida solitária de um lobo dentro de uma alcatéia. Mesmo no meio de um grupo é cada um por si...
Somos lobos quando vemos o mundo na ótica do lobo, quando aprendemos as manhas de sobrevivência por ter a certeza que ninguém é por nós, que temos que nos virar para viver. A ovelha deixa de ser ovelha quando ela passa a ser carnívora, para ser carnívora ela terá que ter todo o aparato de lobo. Para sermos ovelhas no meio de lobo é necessário termos um foco diferente dos lobos, temos que ter perceber o mundo na ótica de ovelha. Vejo muitos cristãos que possuem a mesma visão de mundo de um não-cristão e que por isso tem um trato social igual ou pior do que um não-cristão.
Onde foram as ovelhas do Senhor? Nas igrejas vejo é muito lobo disfarçado de ovelhas, por não considerar uns aos outros, pelo contrário é ‘cobra comendo cobra’. Por querer o melhor para si, por pensar só em si.
Percebo que o Senhor nos envia como ovelhas no meio de lobos porque enquanto Ele, o Bom Pastor, estiver junto com suas ovelhas nenhum lobo poderá nos fazer mal. Essa é a grande diferença, não preciso pensar muito em mim, não preciso ter manhas de sobrevivência, não preciso ser maior que ninguém, e nem em querer ter maior vantagem, pois temos um pastor e nada nos faltará.
Muito interessante é que o Salmos mais conhecido é o23: “O Senhor é o meu pastor: nada me faltará. Ele me faz repousar em pastos verdejantes. Leva-me para junto das águas de descanso; refrigera-me a alma. Guia-me pelas veredas da justiça por amor do seu nome.”(Sl 23: 1-3) Repilo a idéia de alguns que interpretam “...nada me faltará..” para incluir malefícios; os malefícios vêm quando inventamos de dar uma de lobo, ou quando pelo menos trocamos nossa ótica de ovelha pela ótica do lobo. A ótica da ovelha só vê verde, só vê esperança, enquanto a ótica do lobo só vê sangue e morte.... (Por Ferreira Junior)
Queridos!
O que faz a diferença entre lobos e ovelhas é a presença do Pastor.
Eis que bem-aventurado é o homem a quem Deus corrige; não desprezes, pois, a correção do Todo-Poderoso. Pois ele faz a ferida, e ele mesmo a liga; ele fere, e as suas mãos curam. (Jó 5:17-18).
Eu tenho o privilégio de já ter sido ferido por Deus e Vc?
sexta-feira, 18 de junho de 2010
AMIZADE VERDADEIRA
Amizades são uma parte importante da nossa vida. Desde a criação do primeiro casal, Deus mostrou a necessidade do companheirismo na vida humana. Em famílias, igrejas e comunidades criamos laços de amizade. Precisamos compartilhar a vida com outras pessoas.
Na Bíblia, Deus nos orienta sobre amizades. Ele fala do valor dos bons amigos e adverte-nos sobre os perigos dos companheiros errados. Ele oferece instrução e apresenta exemplos que nos ensinam. Estas orientações valem para os jovens que ainda estão escolhendo o seu rumo, e também ajudam os adultos no seu caminho pela vida.
Instruções sobre amizades
As Escrituras nos orientam sobre a escolha e o tratamento dos nossos amigos. Amigos têm muita influência em nossas vidas: "O justo serve de guia para o seu companheiro, mas o caminho dos perversos os faz errar" (Provérbios 12:26). Por este motivo, a escolha de companheiros é um assunto de grande importância: "Quem anda com os sábios será sábio, mas o companheiro dos insensatos se tornará mau" (Provérbios 13:20). No final de contas, nossas escolhas não envolvem apenas pessoas, mas decidem a nossa direção na vida e na eternidade. Tiago frisou bem este fato quando perguntou: "Infiéis, não compreendeis que a amizade do mundo é inimiga de Deus? Aquele, pois, que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus" (Tiago 4:4). O mesmo livro fala de um homem de grande fé que rejeitou os caminhos errados de outros homens e mostrou a sua lealdade ao Senhor. O resultado desta escolha de Abraão? "Foi chamado amigo de Deus" (Tiago 2:23). Devemos escolher bons amigos que nos ajudarão, especialmente em termos espirituais.
É fácil escolher mal. Muitas pessoas que não amam a Deus e não respeitam a palavra dele nos oferecem a sua amizade. Às vezes, podemos influenciar tais pessoas pela nossa fé e o exemplo de uma vida reta. O próprio Jesus fez questão de ter contato com pecadores, oferecendo-lhes a palavra eterna da salvação (Lucas 15:1; Mateus 9:10-13). O perigo vem quando não confessamos a nossa fé no meio de uma geração perversa (Marcos 8:38). Ao invés de conduzir outros a Cristo, deixamos as más influências nos corromperem.
Algumas pessoas querem nos induzir a pecar contra Deus. "Filho meu, se os pecadores querem seduzir-te, não o consintas. Se disserem: Vem conosco, embosquemo-nos para derramar sangue, espreitemos, ainda que sem motivo, os inocentes; traguemo-los vivos, como o abismo, e inteiros, como os que descem à cova; acharemos toda sorte de bens preciosos, encheremos de despojos a nossa casa; lança a tua sorte entre nós; teremos uma só bolsa. Filho meu, não te ponhas a caminho com eles; guarda das suas veredas os pés; porque os seus pés correm para o mal e se apressam a derramar sangue" (Provérbios 1:10-16). Infelizmente, observamos a mesma tragédia espiritual na vida de muitas pessoas hoje. Quantos jovens são induzidos a usar drogas, ou até de se tornar traficantes, pela influência de "amigos"? Quantos se integram a gangues e acabam cometendo vários tipos de crime?
Algumas amizades precisam ser totalmente evitadas:"Bem-aventurado o homem que não anda no conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores" (Salmo 1:1). Quando outros querem nos conduzir ao erro, precisamos sair correndo: "Foge da presença do homem insensato, porque nele não divisarás lábios de conhecimento. A sabedoria do prudente é entender o seu próprio caminho, mas a estultícia dos insensatos é enganadora. Os loucos zombam do pecado, mas entre os retos há boa vontade" (Provérbios 14:7-9).
Alguns dos amigos mais perigosos são aqueles que sempre concordam conosco, apoiando-nos mesmo nas coisas erradas. "Melhor é ouvir a repreensão do sábio do que ouvir a canção do insensato" (Eclesiastes 7:5). O amigo verdadeiro nos corrige, e a pessoa sábia procura ter amigos com coragem e convicção para a repreender quando for necessário. Por outro lado, o insensato evita pessoas que corrigem e criticam, procurando aprovação acima de sabedoria. "O escarnecedor não ama àquele que o repreende, nem se chegará para os sábios... O coração sábio procura o conhecimento, mas a boca dos insensatos se apascenta de estultícia" (Provérbios 15:12,14). Ninguém gosta de ser corrigido, mas todos nós precisamos de amigos que nos amam tanto que mostram os nossos erros: "Melhor é a repreensão franca do que o amor encoberto. Leais são as feridas feitas pelo que ama, porém os beijos de quem odeia são enganosos" (Provérbios 27:5-6).
Paulo mostrou aos coríntios que, mesmo entre pessoas religiosas, é necessário evitar influências negativas: "Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes" (1 Coríntios 15:33). No caso dos coríntios, alguns irmãos estavam espalhando doutrinas falsas, negando a ressurreição dos mortos. O fato de alguém participar de uma igreja ou se dizer cristão não é garantia de uma amizade saudável e edificante. Alguns aproveitam a amizade para induzir outros a aceitar doutrinas e religiões falsas. Moisés avisou sobre parentes e amigos que incentivam os servos de Deus a servir outros deuses e mandou que não concordassem, nem ouvissem, nem olhassem com piedade para aqueles falsos professores (Deuteronômio 13:6-8). Temos que julgar a árvore pelos frutos (Mateus 7:15-20), retendo o que é bom e nos abstendo de toda forma de mal (1 Tessalonicenses 5:21-22).
Uma vez que escolhemos bons amigos, devemos ser bons amigos! As Escrituras nos aconselham sobre as responsabilidades de companheiros fiéis. Amigos contam com a presença uns dos outros: "Mais vale o vizinho perto do que o irmão longe" (Provérbios 27:10). "O olhar de amigo alegra ao coração; as boas-novas fortalecem até os ossos" (Provérbios 15:30). Por outro lado, não devemos abusar da amizade, causando aborrecimentos: "Não sejas freqüente na casa do teu próximo, para que não se enfade de ti e te aborreça" (Provérbios 25:17). Não devemos abandonar nem trair os nossos amigos (Provérbios 27:10). Amigos verdadeiros não são interesseiros, mas aqueles companheiros fiéis que ficam nos bons tempos e nos maus: "Em todo tempo ama o amigo, e na angústia se faz o irmão" (Provérbios 17:17). A amizade verdadeira traz benefícios mútuos: "Como o ferro com o ferro se afia, assim, o homem, ao seu amigo" (Provérbios 27:17).
As orientações bíblicas são valiosas para nos guiar em fazer e manter boas amizades.
Exemplos de amizades boas e más
Deus nos ensina, também, por exemplos. Três gerações da mesma família servem como exemplos de amizades boas e más. Considere estes casos:
Davi e Jônatas. Talvez a mais conhecida amizade na história seja a de Davi com Jônatas, filho do rei Saul. O ciumento rei tentou matar o jovem Davi, escolhido por Deus como seu sucessor. Pelo mesmo motivo, Jônatas poderia ter olhado para Davi com inveja ou ódio. Se Deus não tivesse nomeado Davi, o próprio Jônatas seria rei depois da morte de Saul. Mas Jônatas não mostrou tais atitudes. Ele manteve uma amizade especial com Davi durante toda a sua vida. Quando Saul tentou matar Davi, foi Jônatas quem protegeu o seu amigo (1 Samuel 20). Davi lamentou amargamente a morte deste amigo excepcional (2 Samuel 1:17-27). Mesmo depois da morte de Jônatas, Davi mostrou bondade para com seu filho aleijado, Mefibosete (2 Samuel 9).
Amnon e Jonadabe. Amnon, um dos filhos de Davi, não escolheu seus amigos como o fez o seu pai. Ao invés de cultivar amizades boas e saudáveis, ele escolheu como companheiro seu primo Jonadabe (2 Samuel 13:3). Quando Amnon falou com este amigo sobre os seus desejos errados pela própria irmã, Jonadabe teve uma oportunidade excelente para corrigir e ajudar o seu primo. Infelizmente, ele fez ao contrário. Ele "ajudou" Amnon a descobrir uma maneira de estuprar a própria irmã! Além de levar Amnon a humilhar e odiar a moça inocente e a magoar profundamente o seu pai (2 Samuel 13:4-21), o conselho de Jonadabe levou, afinal, à morte do próprio Amnon (2 Samuel 13:22-36). Jonadabe até teve coragem de tentar confortar Davi depois da morte de Amnon! Que amigo!
Roboão e seus colegas. Roboão, neto de Davi, se tornou rei depois da morte de Salomão. No início do seu reinado, ele procurou conselho de várias pessoas antes de tomar uma decisão importantíssima. Ele valorizou a amizade com seus colegas acima da sabedoria dos homens mais velhos e experientes (1 Reis 12:7-11). A "ajuda" destes amigos contribuiu para a divisão do reino e diminuiu muito a influência de Roboão. Nossos amigos podem falar coisas que nos agradam, mas devemos dar ouvidos à sabedoria de pessoas mais sábias!
O que aprendemos?
De tudo que a Bíblia fala sobre amizades, devemos aproveitar algumas lições importantes. Entre elas:
Œ Escolher cuidadosamente os nossos amigos, evitando amizades que nos levariam ao pecado.
Valorizar amigos que nos corrigem quando erramos.
Ž Cortar amizades que prejudicam a nossa vida espiritual, especialmente quando os "amigos" incentivam o pecado e participação em religiões falsas.
Ser amigos fiéis e de confiança, especialmente nos momentos difíceis quando os amigos mais precisam de nós.
Sempre manter nossa relação com Deus acima de qualquer amizade humana, confessando a nossa fé no meio de uma geração perversa.
Quando se trata de amizade, devemos valorizar qualidade, e não quantidade: "O homem que tem muitos amigos sai perdendo, mas há amigo mais chegado do que um irmão" (Provérbios 18:24)
Na Bíblia, Deus nos orienta sobre amizades. Ele fala do valor dos bons amigos e adverte-nos sobre os perigos dos companheiros errados. Ele oferece instrução e apresenta exemplos que nos ensinam. Estas orientações valem para os jovens que ainda estão escolhendo o seu rumo, e também ajudam os adultos no seu caminho pela vida.
Instruções sobre amizades
As Escrituras nos orientam sobre a escolha e o tratamento dos nossos amigos. Amigos têm muita influência em nossas vidas: "O justo serve de guia para o seu companheiro, mas o caminho dos perversos os faz errar" (Provérbios 12:26). Por este motivo, a escolha de companheiros é um assunto de grande importância: "Quem anda com os sábios será sábio, mas o companheiro dos insensatos se tornará mau" (Provérbios 13:20). No final de contas, nossas escolhas não envolvem apenas pessoas, mas decidem a nossa direção na vida e na eternidade. Tiago frisou bem este fato quando perguntou: "Infiéis, não compreendeis que a amizade do mundo é inimiga de Deus? Aquele, pois, que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus" (Tiago 4:4). O mesmo livro fala de um homem de grande fé que rejeitou os caminhos errados de outros homens e mostrou a sua lealdade ao Senhor. O resultado desta escolha de Abraão? "Foi chamado amigo de Deus" (Tiago 2:23). Devemos escolher bons amigos que nos ajudarão, especialmente em termos espirituais.
É fácil escolher mal. Muitas pessoas que não amam a Deus e não respeitam a palavra dele nos oferecem a sua amizade. Às vezes, podemos influenciar tais pessoas pela nossa fé e o exemplo de uma vida reta. O próprio Jesus fez questão de ter contato com pecadores, oferecendo-lhes a palavra eterna da salvação (Lucas 15:1; Mateus 9:10-13). O perigo vem quando não confessamos a nossa fé no meio de uma geração perversa (Marcos 8:38). Ao invés de conduzir outros a Cristo, deixamos as más influências nos corromperem.
Algumas pessoas querem nos induzir a pecar contra Deus. "Filho meu, se os pecadores querem seduzir-te, não o consintas. Se disserem: Vem conosco, embosquemo-nos para derramar sangue, espreitemos, ainda que sem motivo, os inocentes; traguemo-los vivos, como o abismo, e inteiros, como os que descem à cova; acharemos toda sorte de bens preciosos, encheremos de despojos a nossa casa; lança a tua sorte entre nós; teremos uma só bolsa. Filho meu, não te ponhas a caminho com eles; guarda das suas veredas os pés; porque os seus pés correm para o mal e se apressam a derramar sangue" (Provérbios 1:10-16). Infelizmente, observamos a mesma tragédia espiritual na vida de muitas pessoas hoje. Quantos jovens são induzidos a usar drogas, ou até de se tornar traficantes, pela influência de "amigos"? Quantos se integram a gangues e acabam cometendo vários tipos de crime?
Algumas amizades precisam ser totalmente evitadas:"Bem-aventurado o homem que não anda no conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores" (Salmo 1:1). Quando outros querem nos conduzir ao erro, precisamos sair correndo: "Foge da presença do homem insensato, porque nele não divisarás lábios de conhecimento. A sabedoria do prudente é entender o seu próprio caminho, mas a estultícia dos insensatos é enganadora. Os loucos zombam do pecado, mas entre os retos há boa vontade" (Provérbios 14:7-9).
Alguns dos amigos mais perigosos são aqueles que sempre concordam conosco, apoiando-nos mesmo nas coisas erradas. "Melhor é ouvir a repreensão do sábio do que ouvir a canção do insensato" (Eclesiastes 7:5). O amigo verdadeiro nos corrige, e a pessoa sábia procura ter amigos com coragem e convicção para a repreender quando for necessário. Por outro lado, o insensato evita pessoas que corrigem e criticam, procurando aprovação acima de sabedoria. "O escarnecedor não ama àquele que o repreende, nem se chegará para os sábios... O coração sábio procura o conhecimento, mas a boca dos insensatos se apascenta de estultícia" (Provérbios 15:12,14). Ninguém gosta de ser corrigido, mas todos nós precisamos de amigos que nos amam tanto que mostram os nossos erros: "Melhor é a repreensão franca do que o amor encoberto. Leais são as feridas feitas pelo que ama, porém os beijos de quem odeia são enganosos" (Provérbios 27:5-6).
Paulo mostrou aos coríntios que, mesmo entre pessoas religiosas, é necessário evitar influências negativas: "Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes" (1 Coríntios 15:33). No caso dos coríntios, alguns irmãos estavam espalhando doutrinas falsas, negando a ressurreição dos mortos. O fato de alguém participar de uma igreja ou se dizer cristão não é garantia de uma amizade saudável e edificante. Alguns aproveitam a amizade para induzir outros a aceitar doutrinas e religiões falsas. Moisés avisou sobre parentes e amigos que incentivam os servos de Deus a servir outros deuses e mandou que não concordassem, nem ouvissem, nem olhassem com piedade para aqueles falsos professores (Deuteronômio 13:6-8). Temos que julgar a árvore pelos frutos (Mateus 7:15-20), retendo o que é bom e nos abstendo de toda forma de mal (1 Tessalonicenses 5:21-22).
Uma vez que escolhemos bons amigos, devemos ser bons amigos! As Escrituras nos aconselham sobre as responsabilidades de companheiros fiéis. Amigos contam com a presença uns dos outros: "Mais vale o vizinho perto do que o irmão longe" (Provérbios 27:10). "O olhar de amigo alegra ao coração; as boas-novas fortalecem até os ossos" (Provérbios 15:30). Por outro lado, não devemos abusar da amizade, causando aborrecimentos: "Não sejas freqüente na casa do teu próximo, para que não se enfade de ti e te aborreça" (Provérbios 25:17). Não devemos abandonar nem trair os nossos amigos (Provérbios 27:10). Amigos verdadeiros não são interesseiros, mas aqueles companheiros fiéis que ficam nos bons tempos e nos maus: "Em todo tempo ama o amigo, e na angústia se faz o irmão" (Provérbios 17:17). A amizade verdadeira traz benefícios mútuos: "Como o ferro com o ferro se afia, assim, o homem, ao seu amigo" (Provérbios 27:17).
As orientações bíblicas são valiosas para nos guiar em fazer e manter boas amizades.
Exemplos de amizades boas e más
Deus nos ensina, também, por exemplos. Três gerações da mesma família servem como exemplos de amizades boas e más. Considere estes casos:
Davi e Jônatas. Talvez a mais conhecida amizade na história seja a de Davi com Jônatas, filho do rei Saul. O ciumento rei tentou matar o jovem Davi, escolhido por Deus como seu sucessor. Pelo mesmo motivo, Jônatas poderia ter olhado para Davi com inveja ou ódio. Se Deus não tivesse nomeado Davi, o próprio Jônatas seria rei depois da morte de Saul. Mas Jônatas não mostrou tais atitudes. Ele manteve uma amizade especial com Davi durante toda a sua vida. Quando Saul tentou matar Davi, foi Jônatas quem protegeu o seu amigo (1 Samuel 20). Davi lamentou amargamente a morte deste amigo excepcional (2 Samuel 1:17-27). Mesmo depois da morte de Jônatas, Davi mostrou bondade para com seu filho aleijado, Mefibosete (2 Samuel 9).
Amnon e Jonadabe. Amnon, um dos filhos de Davi, não escolheu seus amigos como o fez o seu pai. Ao invés de cultivar amizades boas e saudáveis, ele escolheu como companheiro seu primo Jonadabe (2 Samuel 13:3). Quando Amnon falou com este amigo sobre os seus desejos errados pela própria irmã, Jonadabe teve uma oportunidade excelente para corrigir e ajudar o seu primo. Infelizmente, ele fez ao contrário. Ele "ajudou" Amnon a descobrir uma maneira de estuprar a própria irmã! Além de levar Amnon a humilhar e odiar a moça inocente e a magoar profundamente o seu pai (2 Samuel 13:4-21), o conselho de Jonadabe levou, afinal, à morte do próprio Amnon (2 Samuel 13:22-36). Jonadabe até teve coragem de tentar confortar Davi depois da morte de Amnon! Que amigo!
Roboão e seus colegas. Roboão, neto de Davi, se tornou rei depois da morte de Salomão. No início do seu reinado, ele procurou conselho de várias pessoas antes de tomar uma decisão importantíssima. Ele valorizou a amizade com seus colegas acima da sabedoria dos homens mais velhos e experientes (1 Reis 12:7-11). A "ajuda" destes amigos contribuiu para a divisão do reino e diminuiu muito a influência de Roboão. Nossos amigos podem falar coisas que nos agradam, mas devemos dar ouvidos à sabedoria de pessoas mais sábias!
O que aprendemos?
De tudo que a Bíblia fala sobre amizades, devemos aproveitar algumas lições importantes. Entre elas:
Œ Escolher cuidadosamente os nossos amigos, evitando amizades que nos levariam ao pecado.
Valorizar amigos que nos corrigem quando erramos.
Ž Cortar amizades que prejudicam a nossa vida espiritual, especialmente quando os "amigos" incentivam o pecado e participação em religiões falsas.
Ser amigos fiéis e de confiança, especialmente nos momentos difíceis quando os amigos mais precisam de nós.
Sempre manter nossa relação com Deus acima de qualquer amizade humana, confessando a nossa fé no meio de uma geração perversa.
Quando se trata de amizade, devemos valorizar qualidade, e não quantidade: "O homem que tem muitos amigos sai perdendo, mas há amigo mais chegado do que um irmão" (Provérbios 18:24)
terça-feira, 1 de junho de 2010
avivamento e caráter
O Senhor tem uma proposta de restauração. Enquanto o diabo tem um sistema de deformação. O sistema de deformação de satanás consiste no princípio da sanguessuga: “A sanguessuga tem duas filhas, a saber: Dá, dá. Há três coisas que não se fartam, sim, quatro que não dizem: Basta: A sepultura, a madre estéril, a terra que não se farta, e o fogo, que nunca diz: Basta”. ( Provérbios 30: 15 – 16)
Este princípio com que a pessoa só pense nela, só pense em tirar vantagem, só queira benefícios sem levar em consideração as implicações deles decorrentes. Nós temos convivido com pessoas de caráter deformado no decorrer de nossa história. Se fizermos um estudo da história humana, veremos que pessoas como Adholf Hitler e outros grandes “conquistores” possuíam características deformadas de caráter. Muitos deles usavam as mesmas como “molas propulsoras” para suas conquistas. A humanidade aprendeu a conviver com estas deformações com certa passividade.
Embora não concordasse com tais qualidades, permitia sua permanência porque, de alguma forma, se sentia beneficiada por elas. A Alemanha era uma nação “forte”. Tinha espírito de conquista. Soberania. Comia migalhas e achava que era tudo. Muitas vezes, a Igreja possui esta passividade, tendo líderes com caráter deformado.
O referencial da Igreja é Cristo. É compreensível que o mundo adote estes homens e os aceitem com certa normalidade, mas a Igreja tem um referencial elevado: Jesus Cristo. Ele deixou passos, ensinamentos, uma série de elementos e objetivos para direcionar a sua Igreja.
A Igreja foi projetada para ser uma comunidade terapêutica, com uma proposta radical e confrontante, uma proposta em que não se pode aceitar tais deformações, porque o parâmetro de caráter e liderança é Jesus. Um dos traços de deformação é a incapacidade de conviver no espaço delimitado por Deus.
A deformação vai entrando na Igreja e tornando-se aceitável em relação á, de obreiros etc. Começa a surgir uma troca nos princípios de Deus. A Igreja assume as bênçãos aparentes da vida dessas pessoas sem confrontar seu caráter. O querer a bênção é um sentimento legítimo, mas não devemos nos deixar embriagar por ele, a tal ponto que a bênção deturpe nosso sentido de interpretação, de análise e de coerência. Muitas vezes, nos deixamos embriagar por bênçãos e esse embebedamento cega-nos ao ponto de não vermos criteriosamente, na nossa vida e nas pessoas que nos cercam, alguma situação de deformação de caráter.
A igreja deve ser o referencial saudável da sociedade, porque tem a vida de Jesus. Ela não deve ser vendida por bênçãos ou por interesses políticos. Ela não deve ser vendida por bênçãos ou interesses políticos. Ela faz história quando é formada por homens de caráter inflexível, que não se dobram diante de homem algum, de interesses pessoais ou quaisquer coisas que comprometam os princípios que Jesus estabeleceu.
Muitos homens de Deus foram até o fim em suas convicções em Cristo, foram para prisões, foram espancados, mas mantiveram o testemunho de Jesus até o derradeiro dia de suas vidas. Foram marcados em seus corpos com dor, com sofrimento, isolamento e alguns até com a morte, mas foram fiéis. Não esqueceram da cruz em troca de favores, conforto ou benefícios. É de homens assim que a Igreja precisa. A Igreja deve ser o sal da terra. Ser composta de homens e mulheres de integridade que não se flexionam para os desejos carnais.
Trecho extraído do Livro Avivamento
Bispo Robson Rodovalho
Igreja Sara Nossa Terra
Este princípio com que a pessoa só pense nela, só pense em tirar vantagem, só queira benefícios sem levar em consideração as implicações deles decorrentes. Nós temos convivido com pessoas de caráter deformado no decorrer de nossa história. Se fizermos um estudo da história humana, veremos que pessoas como Adholf Hitler e outros grandes “conquistores” possuíam características deformadas de caráter. Muitos deles usavam as mesmas como “molas propulsoras” para suas conquistas. A humanidade aprendeu a conviver com estas deformações com certa passividade.
Embora não concordasse com tais qualidades, permitia sua permanência porque, de alguma forma, se sentia beneficiada por elas. A Alemanha era uma nação “forte”. Tinha espírito de conquista. Soberania. Comia migalhas e achava que era tudo. Muitas vezes, a Igreja possui esta passividade, tendo líderes com caráter deformado.
O referencial da Igreja é Cristo. É compreensível que o mundo adote estes homens e os aceitem com certa normalidade, mas a Igreja tem um referencial elevado: Jesus Cristo. Ele deixou passos, ensinamentos, uma série de elementos e objetivos para direcionar a sua Igreja.
A Igreja foi projetada para ser uma comunidade terapêutica, com uma proposta radical e confrontante, uma proposta em que não se pode aceitar tais deformações, porque o parâmetro de caráter e liderança é Jesus. Um dos traços de deformação é a incapacidade de conviver no espaço delimitado por Deus.
A deformação vai entrando na Igreja e tornando-se aceitável em relação á, de obreiros etc. Começa a surgir uma troca nos princípios de Deus. A Igreja assume as bênçãos aparentes da vida dessas pessoas sem confrontar seu caráter. O querer a bênção é um sentimento legítimo, mas não devemos nos deixar embriagar por ele, a tal ponto que a bênção deturpe nosso sentido de interpretação, de análise e de coerência. Muitas vezes, nos deixamos embriagar por bênçãos e esse embebedamento cega-nos ao ponto de não vermos criteriosamente, na nossa vida e nas pessoas que nos cercam, alguma situação de deformação de caráter.
A igreja deve ser o referencial saudável da sociedade, porque tem a vida de Jesus. Ela não deve ser vendida por bênçãos ou por interesses políticos. Ela não deve ser vendida por bênçãos ou interesses políticos. Ela faz história quando é formada por homens de caráter inflexível, que não se dobram diante de homem algum, de interesses pessoais ou quaisquer coisas que comprometam os princípios que Jesus estabeleceu.
Muitos homens de Deus foram até o fim em suas convicções em Cristo, foram para prisões, foram espancados, mas mantiveram o testemunho de Jesus até o derradeiro dia de suas vidas. Foram marcados em seus corpos com dor, com sofrimento, isolamento e alguns até com a morte, mas foram fiéis. Não esqueceram da cruz em troca de favores, conforto ou benefícios. É de homens assim que a Igreja precisa. A Igreja deve ser o sal da terra. Ser composta de homens e mulheres de integridade que não se flexionam para os desejos carnais.
Trecho extraído do Livro Avivamento
Bispo Robson Rodovalho
Igreja Sara Nossa Terra
domingo, 30 de maio de 2010
SUPERAÇÃO É PARA GUERREIROS
EFÉSIOS 6:11-24
10 Finalmente, fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder. 11 Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para poderdes permanecer firmes contra as ciladas do Diabo; 12 pois não é contra carne e sangue que temos que lutar, mas sim contra os principados, contra as potestades, conta os príncipes do mundo destas trevas, contra as hostes espirituais da iniqüidade nas regiões celestes. 13 Portanto tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, havendo feito tudo, permanecer firmes. 14 Estai, pois, firmes, tendo cingidos os vossos lombos com a verdade, e vestida a couraça da justiça, 15 e calçando os pés com a preparação do evangelho da paz, 16 tomando, sobretudo, o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do Maligno. 17 Tomai também o capacete da salvação, e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus; 18 com toda a oração e súplica orando em todo tempo no Espírito e, para o mesmo fim, vigiando com toda a perseverança e súplica, por todos os santos, 19 e por mim, para que me seja dada a palavra, no abrir da minha boca, para, com intrepidez, fazer conhecido o mistério do evangelho, 20 pelo qual sou embaixador em cadeias, para que nele eu tenha coragem para falar como devo falar. 21 Ora, para que vós também possais saber como estou e o que estou fazendo, Tíquico, irmão amado e fiel ministro no Senhor, vos informará de tudo; 22 o qual vos envio para este mesmo fim, para que saibais do nosso estado, e ele vos conforte o coração. 23 Paz seja com os irmãos, e amor com fé, da parte de Deus Pai e do Senhor Jesus Cristo. 24 A graça seja com todos os que amam a nosso Senhor Jesus Cristo com amor incorruptível.
1 – REVESTI-VOS DE TODA ARMADURA
SE FALTAR UMA PARTE ESTAMOS VULNERÁVEIS.
2 – NOSSA LUTA NÃO É CONTRA CARNE E SANGUE
PRECISAMOS TIRAR NOSSOS OLHOS DO HOMEM
LEVAR OS PROBLEMAS PARA O LADO PESSOAL É SINAL DE IMATURIDADE
OLHAR PARA O HOMEM ATRAZA NOSSA SUPERAÇÃO
3 – DIA MAU
É O DIA DA RETALIAÇÃO
TODOS NÓS QUE QUEREMOS SUPERAR TEMOS QUE ACEITAR QUE O DIA MAU VIRÁ
O DIA MAU É O PREÇO QUE PAGA QUEM QUER SUPERAR, QUEM QUER SAIR DA MEDIOCRIDADE
SENHOR, EU NÃO QUERO SER MEDÍOCRE,
EU QUERO SUPERAR MINHAS LIMITAÇÕES.
O DIA MAU VIRÁ E IRÁ EU VOU PASSAR E VENCER.
SE VOCÊ NÃO QUER DIA MAU NÃO TENTE SE SUPERAR
4 – CINGIR-SE COM A VERDADE
É REJEITAR A RELIGIOSIDADE
É FAZER A MÁSCARA CAIR
É REJEITAR A VIDA DUPLA
APELO E MINISTRAÇÃO
5 – COURAÇA DA JUSTIÇA
É REJEITAR A JUSTIÇA PRÓPRIA
O EGO, PERFECCIONISMO E EGOCENTRISMO
6 – SANDÁLIAS DO EVANGELHO
PREGAR O EVANGELHO
QUEBRAR A TIMIDEZ
APELO PARA A EQUIPE DE EVANGELISMO E MINISTRAÇÃO A TODA IGREJA
7 – CAPACETE DA SALVAÇÃO
CERTEZA DA SALVAÇÃO
CERTEZA QUE É FILHO
APELO E MINSTRAÇÃO
8 – ESCUDO DA FÉ
ESCUDO DO MAIOR QUE VOCÊ
NÃO PODE TER BURACOS
SATANÁS TEM ARMA COM MIRA LAZER, ELE VAI ACERTAR A BRECHA
QUAL A TUA BRECHA
APELO E MINISTRAÇÃO
9 – ESPADA DO ESPÍRITO
DECLARÇÃO PROFÉTICA
É UMA ARMA DE INSISTÊNCIA
BATER ATÉ FURAR O BLOQUEIO
APELO E MINSTRAÇÃO
LEVAR TODA IGREJA A MARCHAR E REVESTIR-SE DA UNÇÃO DE GUERRA
10 Finalmente, fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder. 11 Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para poderdes permanecer firmes contra as ciladas do Diabo; 12 pois não é contra carne e sangue que temos que lutar, mas sim contra os principados, contra as potestades, conta os príncipes do mundo destas trevas, contra as hostes espirituais da iniqüidade nas regiões celestes. 13 Portanto tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, havendo feito tudo, permanecer firmes. 14 Estai, pois, firmes, tendo cingidos os vossos lombos com a verdade, e vestida a couraça da justiça, 15 e calçando os pés com a preparação do evangelho da paz, 16 tomando, sobretudo, o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do Maligno. 17 Tomai também o capacete da salvação, e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus; 18 com toda a oração e súplica orando em todo tempo no Espírito e, para o mesmo fim, vigiando com toda a perseverança e súplica, por todos os santos, 19 e por mim, para que me seja dada a palavra, no abrir da minha boca, para, com intrepidez, fazer conhecido o mistério do evangelho, 20 pelo qual sou embaixador em cadeias, para que nele eu tenha coragem para falar como devo falar. 21 Ora, para que vós também possais saber como estou e o que estou fazendo, Tíquico, irmão amado e fiel ministro no Senhor, vos informará de tudo; 22 o qual vos envio para este mesmo fim, para que saibais do nosso estado, e ele vos conforte o coração. 23 Paz seja com os irmãos, e amor com fé, da parte de Deus Pai e do Senhor Jesus Cristo. 24 A graça seja com todos os que amam a nosso Senhor Jesus Cristo com amor incorruptível.
1 – REVESTI-VOS DE TODA ARMADURA
SE FALTAR UMA PARTE ESTAMOS VULNERÁVEIS.
2 – NOSSA LUTA NÃO É CONTRA CARNE E SANGUE
PRECISAMOS TIRAR NOSSOS OLHOS DO HOMEM
LEVAR OS PROBLEMAS PARA O LADO PESSOAL É SINAL DE IMATURIDADE
OLHAR PARA O HOMEM ATRAZA NOSSA SUPERAÇÃO
3 – DIA MAU
É O DIA DA RETALIAÇÃO
TODOS NÓS QUE QUEREMOS SUPERAR TEMOS QUE ACEITAR QUE O DIA MAU VIRÁ
O DIA MAU É O PREÇO QUE PAGA QUEM QUER SUPERAR, QUEM QUER SAIR DA MEDIOCRIDADE
SENHOR, EU NÃO QUERO SER MEDÍOCRE,
EU QUERO SUPERAR MINHAS LIMITAÇÕES.
O DIA MAU VIRÁ E IRÁ EU VOU PASSAR E VENCER.
SE VOCÊ NÃO QUER DIA MAU NÃO TENTE SE SUPERAR
4 – CINGIR-SE COM A VERDADE
É REJEITAR A RELIGIOSIDADE
É FAZER A MÁSCARA CAIR
É REJEITAR A VIDA DUPLA
APELO E MINISTRAÇÃO
5 – COURAÇA DA JUSTIÇA
É REJEITAR A JUSTIÇA PRÓPRIA
O EGO, PERFECCIONISMO E EGOCENTRISMO
6 – SANDÁLIAS DO EVANGELHO
PREGAR O EVANGELHO
QUEBRAR A TIMIDEZ
APELO PARA A EQUIPE DE EVANGELISMO E MINISTRAÇÃO A TODA IGREJA
7 – CAPACETE DA SALVAÇÃO
CERTEZA DA SALVAÇÃO
CERTEZA QUE É FILHO
APELO E MINSTRAÇÃO
8 – ESCUDO DA FÉ
ESCUDO DO MAIOR QUE VOCÊ
NÃO PODE TER BURACOS
SATANÁS TEM ARMA COM MIRA LAZER, ELE VAI ACERTAR A BRECHA
QUAL A TUA BRECHA
APELO E MINISTRAÇÃO
9 – ESPADA DO ESPÍRITO
DECLARÇÃO PROFÉTICA
É UMA ARMA DE INSISTÊNCIA
BATER ATÉ FURAR O BLOQUEIO
APELO E MINSTRAÇÃO
LEVAR TODA IGREJA A MARCHAR E REVESTIR-SE DA UNÇÃO DE GUERRA
quinta-feira, 27 de maio de 2010
O que é Igreja
Caros irmãos, achei este artigo muito bom
Demonstra equilibrio entre uma visão de igreja caseira radical e a institucionalização radical, mostrando que podemos ter um templo e não deixar que este este templo ou instituição seja o principal. O mais importante, com templo ou não é a vida e o caráter de Cristo na igreja.
O artigo também me deixa mais tranquilo em relação a Frank Viola, pois em suas palavras não vejo o que falaram dele. Ao contrario, demonstra um bom equilibrio.
Wendy Scoggins: Wayne Jacobsen (co-autor de 'Por que você não quer mais ir à igreja?', um autor muito lido e admirado por muitos adeptos da igreja nas casas, não é necessariamente um fã de igrejas caseiras acima de outros tipos de igrejas. Ele ressalta que só porque seguimos o exemplo dos apóstolos por modelarmos de nossa estrutura de igreja na deles não significa que vamos experimentar a vida que eles compartilhavam ou que imitar o fruto trará frutos. Ele acredita que a vida de Cristo precede a igreja, que a vida tem de estar presente e que a vida irá resultar em uma assembléia local de cristãos. Qual é a sua resposta à postura de Jacobsen? Como esse ponto de vista deve afetar os esforços de plantação de igrejas?
Frank Viola: Aqueles que têm lido todo o meu trabalho e me ouvido falar sabe que eu não sou um defensor da "igreja doméstica" por assim dizer. Na verdade, eu entreguei uma mensagem no ano passado à Conferência Nacional da Igreja Caseira onde eu partilhei muitas das minhas preocupações com o movimento moderno de igreja nas casas. Eu também fiz a declaração de que se eu tivesse que escolher entre algumas igrejas caseiras e algumas igrejas institucionais, corria em direção a igreja institucional, com um ritmo alucinante! :-)
Eu também não sou um defensor do que eu chamo "o modelo bíblico" de aproximação à igreja, do qual você parece estar falando aqui. Blueprintismo (cópia) bíblico é a idéia que diz que todos nós devemos fazer é encontrar o padrão "correto" da reunião, no Novo Testamento, imitá-lo, e pronto, vamos ter a igreja. Pessoalmente, penso que esta é uma abordagem errada.
Ao mesmo tempo, acredito que a idéia de uma igreja fantasma, nebulosa também erra o alvo. Esta é a noção de igreja que diz que se você e eu almoçarmos juntos, já temos "igreja." Para mim, esse não é apenas um conceito de igreja não-bíblico, mas se explorarmos o seu núcleo, é enraizado no desejo de ter relações sem compromisso.
A noção de igreja local do Novo Testamento é uma visível, localizável, visitável, palpável, autêntico, comunidade cara a cara em uma região local que se reúne regularmente, que cuida uns dos outros de forma consistente, e partilha a sua vida juntos.
Qualquer coisa menos não é um ekklesia local no sentido da palavra no Novo Testamento. Praticamente todos os estudiosos Novo Testamento concordariam comigo aqui.
Quando se trata de uma coisa chamada a igreja, meu coração bate em uma direção. Minha paixão é o Senhor Jesus Cristo - Seu Senhorio, Sua centralidade, sua liderança, sua supremacia, sua auto-suficiência, a sua realidade. Eu só falo sobre a igreja como o acessório para conhecê-Lo, amá-lo, e expressá-Lo na terra com os outros, segundo o propósito eterno de Deus. A igreja flui para fora de Cristo, assim como Eva veio de Adão. Ela é uma parte Dele.
Na minha opinião, plantação de igrejas (ou seja, o ministério apostólico ou "trabalho" cristão ) - o que quiserem chamar-lhe - é simplesmente a apresentação do Senhor Jesus Cristo espiritualmente e praticamente a um grupo de pessoas, sejam cristãos ou não-cristãos. Por "apresentar Cristo espiritualmente", quero dizer que apresenta Jesus Cristo na vida e em profundidade. (Na minha observação, não ouvimos Cristo apresentado desta forma muitas vezes no nosso tempo. Não ouvi por muitos anos embora eu fosse um cristão.)
Quando Cristo é apresentado na vida e profundidade, nossa respiração é arrebatada e nós nos apaixonamos por Ele e pelos outros. Por "apresentar Cristo praticamente", eu quero dizer dar às pessoas instruções práticas sobre como conhecer este incrível Cristo individualmente e coletivamente - na realidade e em profundidade. Quando Cristo é apresentado desta forma, a igreja - verdadeira, autêntica,vida da igreja orgânica transformadora de vida - emana.
A vida orgânica da igreja pode acontecer espontaneamente, sem qualquer pregação direta, se as pessoas encontrarem o Cristo vivo juntos. Mas normalmente não dura muito.
Aqueles que são chamados ao ministério apostólico tem uma dupla responsabilidade, eu creio. Uma é a de impedir a entrada elementos estrangeiros que procurariam sufocar a vida de uma igreja. A outra é a insuflar nova vida em uma comunidade de fé logo que sua vida espiritual fica baixa. Se você estudar o ministério de Paulo, com cuidado, você verá que ele sempre fez isso com as igrejas que ele trabalhou. Para colocá-lo em algumas frases:
Se nós pregarmos a Cristo a um grupo de pessoas, mas não darmos a elas instruções práticas sobre como conhecê-Lo coletivamente, não vamos começar a experiência da igreja.
Se pregarmos a igreja, nós vamos começar um movimento feito pelo homem e teremos um monte de divisões mais tarde.
Se pregarmos que somos os únicos que pregam a Cristo corretamente, vamos acabar com uma seita elitista que vive em seu próprio universo fechado.
Se nós pregarmos a Cristo espiritual e praticamente e exibi-lo em nossas atitudes, nós vamos alcançar a igreja - viva, que respira, e centrada em Jesus
Demonstra equilibrio entre uma visão de igreja caseira radical e a institucionalização radical, mostrando que podemos ter um templo e não deixar que este este templo ou instituição seja o principal. O mais importante, com templo ou não é a vida e o caráter de Cristo na igreja.
O artigo também me deixa mais tranquilo em relação a Frank Viola, pois em suas palavras não vejo o que falaram dele. Ao contrario, demonstra um bom equilibrio.
Wendy Scoggins: Wayne Jacobsen (co-autor de 'Por que você não quer mais ir à igreja?', um autor muito lido e admirado por muitos adeptos da igreja nas casas, não é necessariamente um fã de igrejas caseiras acima de outros tipos de igrejas. Ele ressalta que só porque seguimos o exemplo dos apóstolos por modelarmos de nossa estrutura de igreja na deles não significa que vamos experimentar a vida que eles compartilhavam ou que imitar o fruto trará frutos. Ele acredita que a vida de Cristo precede a igreja, que a vida tem de estar presente e que a vida irá resultar em uma assembléia local de cristãos. Qual é a sua resposta à postura de Jacobsen? Como esse ponto de vista deve afetar os esforços de plantação de igrejas?
Frank Viola: Aqueles que têm lido todo o meu trabalho e me ouvido falar sabe que eu não sou um defensor da "igreja doméstica" por assim dizer. Na verdade, eu entreguei uma mensagem no ano passado à Conferência Nacional da Igreja Caseira onde eu partilhei muitas das minhas preocupações com o movimento moderno de igreja nas casas. Eu também fiz a declaração de que se eu tivesse que escolher entre algumas igrejas caseiras e algumas igrejas institucionais, corria em direção a igreja institucional, com um ritmo alucinante! :-)
Eu também não sou um defensor do que eu chamo "o modelo bíblico" de aproximação à igreja, do qual você parece estar falando aqui. Blueprintismo (cópia) bíblico é a idéia que diz que todos nós devemos fazer é encontrar o padrão "correto" da reunião, no Novo Testamento, imitá-lo, e pronto, vamos ter a igreja. Pessoalmente, penso que esta é uma abordagem errada.
Ao mesmo tempo, acredito que a idéia de uma igreja fantasma, nebulosa também erra o alvo. Esta é a noção de igreja que diz que se você e eu almoçarmos juntos, já temos "igreja." Para mim, esse não é apenas um conceito de igreja não-bíblico, mas se explorarmos o seu núcleo, é enraizado no desejo de ter relações sem compromisso.
A noção de igreja local do Novo Testamento é uma visível, localizável, visitável, palpável, autêntico, comunidade cara a cara em uma região local que se reúne regularmente, que cuida uns dos outros de forma consistente, e partilha a sua vida juntos.
Qualquer coisa menos não é um ekklesia local no sentido da palavra no Novo Testamento. Praticamente todos os estudiosos Novo Testamento concordariam comigo aqui.
Quando se trata de uma coisa chamada a igreja, meu coração bate em uma direção. Minha paixão é o Senhor Jesus Cristo - Seu Senhorio, Sua centralidade, sua liderança, sua supremacia, sua auto-suficiência, a sua realidade. Eu só falo sobre a igreja como o acessório para conhecê-Lo, amá-lo, e expressá-Lo na terra com os outros, segundo o propósito eterno de Deus. A igreja flui para fora de Cristo, assim como Eva veio de Adão. Ela é uma parte Dele.
Na minha opinião, plantação de igrejas (ou seja, o ministério apostólico ou "trabalho" cristão ) - o que quiserem chamar-lhe - é simplesmente a apresentação do Senhor Jesus Cristo espiritualmente e praticamente a um grupo de pessoas, sejam cristãos ou não-cristãos. Por "apresentar Cristo espiritualmente", quero dizer que apresenta Jesus Cristo na vida e em profundidade. (Na minha observação, não ouvimos Cristo apresentado desta forma muitas vezes no nosso tempo. Não ouvi por muitos anos embora eu fosse um cristão.)
Quando Cristo é apresentado na vida e profundidade, nossa respiração é arrebatada e nós nos apaixonamos por Ele e pelos outros. Por "apresentar Cristo praticamente", eu quero dizer dar às pessoas instruções práticas sobre como conhecer este incrível Cristo individualmente e coletivamente - na realidade e em profundidade. Quando Cristo é apresentado desta forma, a igreja - verdadeira, autêntica,vida da igreja orgânica transformadora de vida - emana.
A vida orgânica da igreja pode acontecer espontaneamente, sem qualquer pregação direta, se as pessoas encontrarem o Cristo vivo juntos. Mas normalmente não dura muito.
Aqueles que são chamados ao ministério apostólico tem uma dupla responsabilidade, eu creio. Uma é a de impedir a entrada elementos estrangeiros que procurariam sufocar a vida de uma igreja. A outra é a insuflar nova vida em uma comunidade de fé logo que sua vida espiritual fica baixa. Se você estudar o ministério de Paulo, com cuidado, você verá que ele sempre fez isso com as igrejas que ele trabalhou. Para colocá-lo em algumas frases:
Se nós pregarmos a Cristo a um grupo de pessoas, mas não darmos a elas instruções práticas sobre como conhecê-Lo coletivamente, não vamos começar a experiência da igreja.
Se pregarmos a igreja, nós vamos começar um movimento feito pelo homem e teremos um monte de divisões mais tarde.
Se pregarmos que somos os únicos que pregam a Cristo corretamente, vamos acabar com uma seita elitista que vive em seu próprio universo fechado.
Se nós pregarmos a Cristo espiritual e praticamente e exibi-lo em nossas atitudes, nós vamos alcançar a igreja - viva, que respira, e centrada em Jesus
sábado, 1 de maio de 2010
SEUS FILHOS ESTÃO EM PERIGO
Abuso sexual infantil (pedofilia)
Definição
A pedofilia é uma psicopatologia, uma perversão sexual com caráter compulsivo e obsessivo, na qual adultos, geralmente do sexo masculino, apresentam uma atuação sexual, exclusiva ou não, por crianças e adolescentes impúberes. Alguns autores consideram a pedofilia uma síndrome (conjunto de sinais e sintomas) que ocorre em diversas psicopatologias.
Como se processa
O pedófilo é um indivíduo aparentemente normal, inserido na sociedade. Costuma ser "uma pessoa acima de qualquer suspeita" aos olhos da sociedade, o que facilita a sua atuação. Geralmente age sem violência, atuando de forma sedutora, conquistando a confiança da criança, seduzindo-a muitas vezes com ofertas de objetos ou dinheiro, e ameaçando-a veladamente a fim de garantir o seu silêncio. Mas há casos em que se pode tornar violento e até matar suas vítimas. O abuso, que se define como toda a situação em que um adulto se utiliza de uma criança ou adolescente para seu prazer sexual, podendo haver ou não contacto físico, pode durar anos, só cessando quando a criança, já uma adulta, se liberta daquela relação patológica.
O abuso sexual intrafamiliar é a forma mais comum de atividade do pedófilo. Quem pratica o abuso sexual é geralmente uma pessoa que a criança conhece e confia e freqüentemente ama, ou seja, o pai, o padrasto, o avô ou o tio, ou ainda outras pessoas que gozam da intimidade da família. Freqüentemente o pedófilo foi também uma vítima de abuso sexual na infância. Os pais, mais freqüentemente a mãe, freqüentemente sabem, ou pressentem o que ocorre, mas não fazem nada por medo ou por não acreditar que aquilo possa ocorrer. A criança freqüentemente tenta falar com a mãe, mas ela não acredita. É comum buscar tratamento psicológico para a criança, que em razão do que ocorre, apresenta distúrbios do comportamento como, manifestações de erotização precoce, introversão, depressão, ansiedade, mau aproveitamento escolar. É comum um adulto abusado sexualmente na infância, lamentar-se porque a sua mãe não o escutou.
A criança vítima sofre profundamente com medo, culpa e remorso. Mas quem pratica o abuso é uma pessoa que ela ama. Não pode entender o que está acontecendo.
Ao contrário do que muitas vezes se pensa, o abuso ocorre em todos os países do mundo, em todas as classes sociais. De difícil diagnóstico, não deixa marcas físicas, na maioria das vezes, mas marca a criança para toda a vida com repercussões na vida adulta em relação à socialização e à sexualidade.
Para combater o abuso sexual intrafamiliar é necessário antes de tudo aceitar que ele é freqüente e pode ocorrer em todas as famílias. É necessário que a criança aprenda a conhecer o seu próprio corpo desde pequena. E antes de tudo é preciso que os pais acreditem nos seus filhos, mesmo que lhes pareça absurdo o que estão contando.
Dificilmente o abuso sexual é descoberto por pessoas alheias à família. É um ato protegido por um verdadeiro muro de silêncio, que resguarda a família, mas impede a proteção da criança. Descoberta a situação é importante lembrar que o pedófilo é um doente que deve ser tratado, além de afastado da sociedade.
Exploração sexual
Por outro lado, o abuso sexual intrafamiliar, especialmente nas classes sociais menos favorecidas, é uma porta de entrada para a prostituição de crianças e adolescentes. A exploração sexual comercial de crianças e adolescentes é outro tipo de abuso sexual. Aqui, três personagens participam: além da criança ou adolescente e do abusador, pedófilo, o intermediário, o aliciador, o criminoso que lucra com a venda do sexo de crianças e adolescentes.
O uso sexual comercial de crianças e adolescentes ocorre em todo o mundo. Em muitos países há uma certa aceitação cultural da prostituição infantil. Muitos ainda vêem a prostituição infantil como uma forma de trabalho. Uma forma moderna da exploração sexual de crianças e adolescentes é a pornografia divulgada através da Internet. O uso desse democrático e eficiente meio de comunicação pelos pedófilos é uma realidade.
Fotos de crianças nuas, praticando sexo com outras crianças, com adultos e até com animais são divulgadas pela rede. As denúncias de usuários revoltados são constantes. Hoje a Internet se transformou no paraíso dos pedófilos. Através dela se comunicam, desenvolvem sua capacidade criativa, aliciam e favorecem a cultura da utilização sexual de crianças e adolescentes. A satisfação sexual do pedófilo graças à rede é solitária e, a princípio, obviamente limitada. Contudo, pelo caráter compulsivo e obsessivo de sua patologia, ele necessitará de procurar crianças para realizar seus desejos.
Os adolescentes e mesmo crianças são freqüentemente aliciados, através de "chats" virtuais, românticos e sedutores, para o abuso sexual e a prostituição. A participação dos próprios usuários da rede tem sido fundamental para levar à detenção desses criminosos. A produção e divulgação de fotos pornográficas de crianças e adolescentes, é crime previsto em lei, apesar das nuances legais, que ainda não tipificam a Internet como meio de comunicação.
Perfil do abusador
O abusador é uma pessoa comum, que mantém preservadas as demais áreas de sua personalidade, ou seja, é alguém que pode ter uma profissão destacada, pode ter uma família e até ser repressor e moralista, pode ter bom acervo intelectual, enfim, aos olhos sociais e familiares pode ser considerado um indivíduo normal ou até exemplar. É no entanto perverso, e faz parte da sua perversão enganar a todos sobre sua parte doente. Para ele, enganar é tão excitante quanto a própria prática do abuso. Pode esconder-se vestindo uma pele de cordeiro, ou uma pele de autoritário, ou uma pele de moralista, mas isto não passa de um artifício a serviço da sua perversão. Esse é o ponto central da sua perversão. Ele necessita da fantasia de poder sobre sua vítima, usa das sensações despertadas no corpo da criança ou adolescente para subjugá-la, incentivando a decorrente culpa que surge na vítima. O abusador pode ser agressivo, mas na maioria das vezes, ele usa da violência silenciosa da ameaça verbal ou apenas velada, e vai sempre negar o abuso se for denunciado ou descoberto. O pedófilo procura, freqüentemente, a situação de exercer a função de substituto paternal para ter a condição de praticar sua perversão. Seu distúrbio mental é compulsivo: vai repetir e repetir seu comportamento abusivo, como o mais forte dos vícios. Nenhuma promessa de mudança de seu comportamento pode ser cumprida por ele, pois ele é dependente do abuso. Embora a pedofilia seja uma patologia, o pedófilo tem consciência do que faz, sendo a prática do abuso sexual fonte de prazer e não de sofrimento, devendo, portanto ser responsabilizado criminalmente, sem atenuantes. O maior dano que ele causa é à mente da criança, que é invadida por concretização das fantasias sexuais próprias da infância e que deveriam permanecer em seu imaginário. Essa concretização precoce destas fantasias pode explicar a evolução de abusado para abusador, uma vez que a criança pode ficar aprisionada nesta prática infantil do sexo e nas suas numerosas implicações psicológicas doentias, apenas mudando de lado quando se torna adulto, permanecendo assim na cena sexual infantil traumática.
Quais os sinais que nos devem alertar?
Há alguns sinais, comportamentos ou atitudes que a criança abusada tende a manifestar. Alguns dos principais são enunciados abaixo, mas importa salientar que todos eles são sinais que apenas indiciam e não devem ser tomados como uma prova conclusiva. No caso de haver esse tipo de suspeita, deve haver extrema cautela nas conclusões que se possam tirar e, sobretudo deve haver muita calma e ponderação, e procurar acima de tudo transmitir à criança segurança e a idéia de que ela pode abrir-se e contar o que se passou sem receios de castigos ou retaliações. É igualmente importante ter a noção de que a criança se pode sentir culpada ou envergonhada do que aconteceu e por isso tender a ficar silenciosa ou a não contar tudo. Por outro lado, essa noção de culpa e vergonha pode levá-la a fantasiar a relação de que foi vítima, misturando fatos reais com falsos.
Nestas circunstâncias, é sempre melhor, antes de tomar qualquer atitude, procurar recorrer a um especialista ou serviço de apoio e deixar que sejam os técnicos a orientar o processo que tem geralmente duas vertentes: a proteção e recuperação da criança em relação ao traumatismo psicológico, e por vezes físico, que sofreu, e a colocação do pedófilo sob a alçada da Lei, e eventualmente do tratamento médico e psicológico. Há efetivamente alguns sinais que podem ou devem alertar para algo de errado se passa com uma criança, e que isso pode ter a ver com abuso sexual. Esses sinais podem-se agrupar em dois tipos: psicológicos ou comportamentais, e físicos:
São sinais comportamentais a depressão ou dificuldades em dormir (pesadelos freqüentes), manifestação de incômodo em ser tocada, anormal e persistente interesse em assuntos de índole sexual, alterações súbitas do comportamento como agressividade, recusa de carinhos, auto-depreciação do seu corpo (acham que está sujo, ou que tem anomalias sobretudo a nível dos órgão sexuais), desenhos e textos sobre fantasias de abuso sexual, medo de sair sozinha ou de ir à escola, brincar com outras crianças ou com objetos simulando atos sexuais, usar vocabulário ou conceitos de índole sexual inapropriados para a idade, rejeição de uma determinada pessoa que pode até ser um familiar muito próximo.
São sinais físicos as lesões (feridas, irritações, ou hemorragias) nas zonas genitais ou orais, aparecimento de hematomas no corpo não explicáveis e sem história de traumatismo conhecido, bem como o aparecimento de infecções sexualmente transmissíveis.
Definição
A pedofilia é uma psicopatologia, uma perversão sexual com caráter compulsivo e obsessivo, na qual adultos, geralmente do sexo masculino, apresentam uma atuação sexual, exclusiva ou não, por crianças e adolescentes impúberes. Alguns autores consideram a pedofilia uma síndrome (conjunto de sinais e sintomas) que ocorre em diversas psicopatologias.
Como se processa
O pedófilo é um indivíduo aparentemente normal, inserido na sociedade. Costuma ser "uma pessoa acima de qualquer suspeita" aos olhos da sociedade, o que facilita a sua atuação. Geralmente age sem violência, atuando de forma sedutora, conquistando a confiança da criança, seduzindo-a muitas vezes com ofertas de objetos ou dinheiro, e ameaçando-a veladamente a fim de garantir o seu silêncio. Mas há casos em que se pode tornar violento e até matar suas vítimas. O abuso, que se define como toda a situação em que um adulto se utiliza de uma criança ou adolescente para seu prazer sexual, podendo haver ou não contacto físico, pode durar anos, só cessando quando a criança, já uma adulta, se liberta daquela relação patológica.
O abuso sexual intrafamiliar é a forma mais comum de atividade do pedófilo. Quem pratica o abuso sexual é geralmente uma pessoa que a criança conhece e confia e freqüentemente ama, ou seja, o pai, o padrasto, o avô ou o tio, ou ainda outras pessoas que gozam da intimidade da família. Freqüentemente o pedófilo foi também uma vítima de abuso sexual na infância. Os pais, mais freqüentemente a mãe, freqüentemente sabem, ou pressentem o que ocorre, mas não fazem nada por medo ou por não acreditar que aquilo possa ocorrer. A criança freqüentemente tenta falar com a mãe, mas ela não acredita. É comum buscar tratamento psicológico para a criança, que em razão do que ocorre, apresenta distúrbios do comportamento como, manifestações de erotização precoce, introversão, depressão, ansiedade, mau aproveitamento escolar. É comum um adulto abusado sexualmente na infância, lamentar-se porque a sua mãe não o escutou.
A criança vítima sofre profundamente com medo, culpa e remorso. Mas quem pratica o abuso é uma pessoa que ela ama. Não pode entender o que está acontecendo.
Ao contrário do que muitas vezes se pensa, o abuso ocorre em todos os países do mundo, em todas as classes sociais. De difícil diagnóstico, não deixa marcas físicas, na maioria das vezes, mas marca a criança para toda a vida com repercussões na vida adulta em relação à socialização e à sexualidade.
Para combater o abuso sexual intrafamiliar é necessário antes de tudo aceitar que ele é freqüente e pode ocorrer em todas as famílias. É necessário que a criança aprenda a conhecer o seu próprio corpo desde pequena. E antes de tudo é preciso que os pais acreditem nos seus filhos, mesmo que lhes pareça absurdo o que estão contando.
Dificilmente o abuso sexual é descoberto por pessoas alheias à família. É um ato protegido por um verdadeiro muro de silêncio, que resguarda a família, mas impede a proteção da criança. Descoberta a situação é importante lembrar que o pedófilo é um doente que deve ser tratado, além de afastado da sociedade.
Exploração sexual
Por outro lado, o abuso sexual intrafamiliar, especialmente nas classes sociais menos favorecidas, é uma porta de entrada para a prostituição de crianças e adolescentes. A exploração sexual comercial de crianças e adolescentes é outro tipo de abuso sexual. Aqui, três personagens participam: além da criança ou adolescente e do abusador, pedófilo, o intermediário, o aliciador, o criminoso que lucra com a venda do sexo de crianças e adolescentes.
O uso sexual comercial de crianças e adolescentes ocorre em todo o mundo. Em muitos países há uma certa aceitação cultural da prostituição infantil. Muitos ainda vêem a prostituição infantil como uma forma de trabalho. Uma forma moderna da exploração sexual de crianças e adolescentes é a pornografia divulgada através da Internet. O uso desse democrático e eficiente meio de comunicação pelos pedófilos é uma realidade.
Fotos de crianças nuas, praticando sexo com outras crianças, com adultos e até com animais são divulgadas pela rede. As denúncias de usuários revoltados são constantes. Hoje a Internet se transformou no paraíso dos pedófilos. Através dela se comunicam, desenvolvem sua capacidade criativa, aliciam e favorecem a cultura da utilização sexual de crianças e adolescentes. A satisfação sexual do pedófilo graças à rede é solitária e, a princípio, obviamente limitada. Contudo, pelo caráter compulsivo e obsessivo de sua patologia, ele necessitará de procurar crianças para realizar seus desejos.
Os adolescentes e mesmo crianças são freqüentemente aliciados, através de "chats" virtuais, românticos e sedutores, para o abuso sexual e a prostituição. A participação dos próprios usuários da rede tem sido fundamental para levar à detenção desses criminosos. A produção e divulgação de fotos pornográficas de crianças e adolescentes, é crime previsto em lei, apesar das nuances legais, que ainda não tipificam a Internet como meio de comunicação.
Perfil do abusador
O abusador é uma pessoa comum, que mantém preservadas as demais áreas de sua personalidade, ou seja, é alguém que pode ter uma profissão destacada, pode ter uma família e até ser repressor e moralista, pode ter bom acervo intelectual, enfim, aos olhos sociais e familiares pode ser considerado um indivíduo normal ou até exemplar. É no entanto perverso, e faz parte da sua perversão enganar a todos sobre sua parte doente. Para ele, enganar é tão excitante quanto a própria prática do abuso. Pode esconder-se vestindo uma pele de cordeiro, ou uma pele de autoritário, ou uma pele de moralista, mas isto não passa de um artifício a serviço da sua perversão. Esse é o ponto central da sua perversão. Ele necessita da fantasia de poder sobre sua vítima, usa das sensações despertadas no corpo da criança ou adolescente para subjugá-la, incentivando a decorrente culpa que surge na vítima. O abusador pode ser agressivo, mas na maioria das vezes, ele usa da violência silenciosa da ameaça verbal ou apenas velada, e vai sempre negar o abuso se for denunciado ou descoberto. O pedófilo procura, freqüentemente, a situação de exercer a função de substituto paternal para ter a condição de praticar sua perversão. Seu distúrbio mental é compulsivo: vai repetir e repetir seu comportamento abusivo, como o mais forte dos vícios. Nenhuma promessa de mudança de seu comportamento pode ser cumprida por ele, pois ele é dependente do abuso. Embora a pedofilia seja uma patologia, o pedófilo tem consciência do que faz, sendo a prática do abuso sexual fonte de prazer e não de sofrimento, devendo, portanto ser responsabilizado criminalmente, sem atenuantes. O maior dano que ele causa é à mente da criança, que é invadida por concretização das fantasias sexuais próprias da infância e que deveriam permanecer em seu imaginário. Essa concretização precoce destas fantasias pode explicar a evolução de abusado para abusador, uma vez que a criança pode ficar aprisionada nesta prática infantil do sexo e nas suas numerosas implicações psicológicas doentias, apenas mudando de lado quando se torna adulto, permanecendo assim na cena sexual infantil traumática.
Quais os sinais que nos devem alertar?
Há alguns sinais, comportamentos ou atitudes que a criança abusada tende a manifestar. Alguns dos principais são enunciados abaixo, mas importa salientar que todos eles são sinais que apenas indiciam e não devem ser tomados como uma prova conclusiva. No caso de haver esse tipo de suspeita, deve haver extrema cautela nas conclusões que se possam tirar e, sobretudo deve haver muita calma e ponderação, e procurar acima de tudo transmitir à criança segurança e a idéia de que ela pode abrir-se e contar o que se passou sem receios de castigos ou retaliações. É igualmente importante ter a noção de que a criança se pode sentir culpada ou envergonhada do que aconteceu e por isso tender a ficar silenciosa ou a não contar tudo. Por outro lado, essa noção de culpa e vergonha pode levá-la a fantasiar a relação de que foi vítima, misturando fatos reais com falsos.
Nestas circunstâncias, é sempre melhor, antes de tomar qualquer atitude, procurar recorrer a um especialista ou serviço de apoio e deixar que sejam os técnicos a orientar o processo que tem geralmente duas vertentes: a proteção e recuperação da criança em relação ao traumatismo psicológico, e por vezes físico, que sofreu, e a colocação do pedófilo sob a alçada da Lei, e eventualmente do tratamento médico e psicológico. Há efetivamente alguns sinais que podem ou devem alertar para algo de errado se passa com uma criança, e que isso pode ter a ver com abuso sexual. Esses sinais podem-se agrupar em dois tipos: psicológicos ou comportamentais, e físicos:
São sinais comportamentais a depressão ou dificuldades em dormir (pesadelos freqüentes), manifestação de incômodo em ser tocada, anormal e persistente interesse em assuntos de índole sexual, alterações súbitas do comportamento como agressividade, recusa de carinhos, auto-depreciação do seu corpo (acham que está sujo, ou que tem anomalias sobretudo a nível dos órgão sexuais), desenhos e textos sobre fantasias de abuso sexual, medo de sair sozinha ou de ir à escola, brincar com outras crianças ou com objetos simulando atos sexuais, usar vocabulário ou conceitos de índole sexual inapropriados para a idade, rejeição de uma determinada pessoa que pode até ser um familiar muito próximo.
São sinais físicos as lesões (feridas, irritações, ou hemorragias) nas zonas genitais ou orais, aparecimento de hematomas no corpo não explicáveis e sem história de traumatismo conhecido, bem como o aparecimento de infecções sexualmente transmissíveis.
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